Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 112 mandados contra rede de traficantes da região do Pedregal

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

 

A operação “Campo Minado”, da Polícia Judiciária Civil, contra o tráfico de drogas cumpre 42 mandados de prisão preventiva e 70 buscas e apreensão, nos bairros Pedregal, Renascer e Jardim Leblon, em Cuiabá, na manhã desta quarta-feira (04.10). As investigações são da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

A ação mobilizou 350 policiais civis, entre delegados, investigadores e escrivães das Diretorias de Metropolitana e Atividades Especiais, para desarticular uma rede de traficantes associados para movimentação de grandes quantidades de droga e abastecimento de bocas de fumo nos três bairros e outros pontos de Cuiabá e Várzea Grande.

Outros detalhes da operação, como a atuação da organização, serão apresentados às 10 horas, na sede da DRE, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá, pelos delegados Vitor Chab Domingues, titular da DRE, e Frederico Murta, coordenador da operação.

Conforme o delegado Frederico Murta, a investigação, que teve o apoio do núcleo de inteligência e setor operacional da DRE, iniciou há seis meses, com uma série de denúncias informando que após o assassinato do traficante, Enatel dos Santos Albernaz, 37, conhecido por “Maninho”, em 22 de novembro de 2015, sua mulher passou a comandar do tráfico de drogas na região.

“Constatamos não somente o envolvimento da esposa de ‘Maninho’ com o tráfico, mas a existência de uma grande cadeia de traficantes associados para distribuição de entorpecentes”, disse Murta.

Conforme a investigação, a mulher Y.C.M.G, foi identificada como uma das vozes forte do grupo criminoso, responsável por tomar decisões e articular as transações de grande quantidade de drogas, especialmente, maconha, vinda da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

Tamanho era o poderio da organização, com diversos ‘soldados’ do tráfico de drogas, que até era difícil manter a vigilância para identificação de pontos de comércio de drogas. Mais de 50 bocas de fumo foram catalogadas pela DRE durante a investigação, locais onde também foram feitas prisões e apreensões.

Ao logo da investigação, a Delegacia de Entorpecentes prendeu 11 traficantes, que também terão mandados de prisão cumpridos na operação “Campo Minado”. O trabalho investigativo ainda levou a apreensão de mais de 2,5 toneladas de drogas, que nem chegaram a vir para Mato Grosso. Foram apreendidas no primeiro semestre, em Ponta Porã, dentro de um depósito, pela Polícia de Mato Grosso do Sul, com informações da DRE.

A Polícia Civil também descobriu que um agente socioeducativo tinha participação ativa na organização criminosa. O agente, lotado no Centro de Ressocialização do Complexo do Pomeri, foi preso na semana passada pela DRE, na posse de 1 quilo de maconha. Ele também terá mandado de prisão cumprido por outros fatos na operação de hoje.  

Em razão da quantidade de pessoas investigadas, os presos serão levados para a sede da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, para os procedimentos da prisão e interrogatórios. As apreensões e flagrantes ficarão na Delegacia de Entorpecentes (DRE).

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

Publicados

em


Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA