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PM prende três faccionados suspeitos de envolvimento em incêndio criminoso em General Carneiro

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Mato Grosso


A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem e duas mulheres, membros de uma facção, por suspeita de envolvimento em um incêndio criminoso, na cidade de General Carneiro, nesta terça-feira (18.2). Os suspeitos foram presos horas após o crime e, com eles, a PM apreendeu porções de drogas e gasolina.

O incêndio ocorreu durante a madrugada, em um supermercado da cidade, e foi denunciado pelo proprietário do estabelecimento no momento em que ele realizou a abertura do comércio, pela manhã.

Em verificação inicial, foi constatado que os criminosos teriam invadido o estabelecimento pelo teto e atearam fogo. As chamas do incêndio não se alastraram e o fogo foi controlado de maneira natural, sem causar maiores danos.

As equipes policiais iniciaram investigação e receberam denúncias de que o incêndio teria sido provocado por uma facção criminosa da cidade e que parte dos suspeitos estavam escondidos em uma residência.

Os militares foram até o endereço informado e flagraram um homem tentando correr, ao visualizar as viaturas policiais. Ele foi acompanhado até o interior da residência, onde os policiais viram ele tentando se desfazer de entorpecentes em um vaso sanitário.

Ainda na casa, uma mulher foi localizada e detida. Com a dupla, a PM apreendeu porções de maconha e a quantia de R$ 854,00 em dinheiro. Dentro da casa, também foi localizado um galão contendo gasolina.

Na continuidade das diligências, a PM encontrou uma segunda suspeita na frente de outra casa, fazendo o uso de drogas. A mulher também tentou fugir ao ver os policiais, mas foi detida. Com ela, os militares apreenderam mais algumas porções de maconha.

Questionados, os suspeitos nada afirmaram sobre o crime. Porém, diante da suspeita, foram conduzidos até a Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e mais providências que o caso requer.

As forças policiais seguem em diligências para a identificação e prisão de outros suspeitos envolvidos no crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT



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Mato Grosso

Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso começa a atender

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Os atendimentos do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso (HCAC) começaram nesta segunda (19). É a 35ª unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) administrada pelo Einstein Hospital Israelita no Brasil e a primeira no estado.

Os primeiros atendimentos estão sendo realizados junto a 30 pacientes encaminhados pelo Sistema Estadual de Regulação (Sisreg) de Mato Grosso. A previsão é de que dez crianças e 20 adultos passem por consultas ambulatoriais das especialidades de urologia, cirurgia pediátrica e ortopedia pediátrica.

Alessandra Bokor, diretora do Hospital Central, explica que as atividades ocorrerão por fases. “Gradativamente vamos ativando outras especialidades, como cirurgia geral e do aparelho digestivo, ginecologia, mastologia, cardiologia, cirurgia vascular, nefrologia, onco-ortopedia e onco-pediatria”, informou. A previsão é de que em abril o hospital atinja a capacidade plena, com cerca de 2 mil profissionais em seu quadro funcional.

Atualmente, mais de 700 colaboradores já foram contratados, dos quais 200 são médicos. O Hospital Central não é uma unidade ‘porta de entrada’, mas sim um hospital de alta complexidade, que trata casos de risco elevado e patologias graves, que demandam intervenções cirúrgicas de grande porte, suporte intensivo em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e tecnologia diagnóstica avançada.

Na prática, o paciente deve primeiro buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) da sua cidade, cabendo ao Estado o encaminhamento para o Hospital Central conforme a necessidade.

O Hospital Central foi inaugurado no dia 19 de dezembro de 2025. Ao todo, foram 34 anos paralisado até as obras serem retomadas pelo Governo do Estado, que ampliou a estrutura original de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída.

“É um dia histórico para a saúde pública de Mato Grosso. Além de concluirmos a obra do hospital, estamos entrando em um novo modelo de gestão, que exige eficiência do administrador e entregas concretas para a população”, argumenta o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

LEIA TAMBÉM – Hospital Central atende primeiros pacientes: “é uma benção”

Ao todo, o Hospital Central conta com 287 leitos totais, sendo 191 leitos de enfermaria e 96 leitos de cuidados intensivos, dos quais 60 de UTI. O Centro Cirúrgico conta com dez salas cirúrgicas e uma sala híbrida com hemodinâmica.

A unidade é equipada para realizar cirurgias robóticas e diagnósticos sofisticados de imagem, com dois tomógrafos, dois equipamentos de ressonância magnética, um aparelho de hemodinâmica para diagnóstico, um equipamento para eletroencefalografia, um equipamento de oxigenação por membrana extra corpórea e um sistema para endoscopia.

Padrão Einstein. O Hospital Central será o primeiro estabelecimento de Mato Grosso do SUS a operar com a cultura de excelência de atendimento do Einstein, com infraestrutura de ponta e tecnologia avançada. Considerado o melhor hospital da América Latina, o Einstein ocupa a 22ª posição na última edição do ranking World’s Best Hospitals da revista Newsweek.

O Einstein é uma organização filantrópica com sede em São Paulo (SP) que leva, há 25 anos, a sua expertise para o SUS. Atualmente, administra 35 unidades públicas por meio de alianças com estados e municípios, e desenvolve mais de 40 projetos dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), em parceria com o Ministério da Saúde.

O objetivo é contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do SUS, maior rede pública de saúde do mundo, que atende mais de 212,6 milhões de brasileiros (IBGE, 2024). Para isso, o Einstein aplica nas unidades públicas o mesmo modelo de gestão usado em suas unidades privadas: uso intensivo de indicadores de qualidade, protocolos clínicos baseados em evidências, tecnologia, formação contínua de equipes e humanização do cuidado.

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