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Copa do Judiciário mantém disputa acirrada após fim da Copa do Mundo

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Captura de tela do painel A Copa do Mundo 2026 acabou no último domingo (19), com a seleção espanhola conquistando o bicampeonato mundial ao derrotar a Argentina por 1 a 0. Entretanto, a Copa do Judiciário segue movimentando as unidades do Primeiro e Segundo Grau de Mato Grosso. No painel de Resumo Semanal, magistrados e servidores podem acompanhar os principais destaques da competição, como as unidades que mais conquistaram figurinhas, as que mais avançaram no ranking e as disputas que seguem acirradas em cada grupo.

Entre as unidades do Primeiro Grau, a Vara Única da Comarca de Rosário Oeste e a 1ª Vara Criminal da Comarca de Várzea Grande registraram a maior evolução na última semana, com a conquista de seis novas figurinhas cada. A 1ª Criminal de Várzea Grande ainda registrou a maior recuperação da semana, ao subir 34 posições no ranking do Grupo Criminais.

Ao todo, 85 unidades conquistaram novas figurinhas nesta semana e 99 subiram de posição em seus respectivos grupos, conforme o painel de Resumo Semanal da Copa do Judiciário.

A competição reúne 286 unidades judiciárias do Primeiro Grau, distribuídas em nove grupos, organizados de acordo com a competência e a estrutura das unidades. A classificação é atualizada automaticamente conforme o cumprimento das metas e indicadores estabelecidos para a iniciativa.

Inspirada nos tradicionais álbuns de figurinhas das Copas do Mundo, a iniciativa transforma metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e indicadores de desempenho em figurinhas que podem ser conquistadas pelas unidades judiciais. O objetivo é tornar o acompanhamento dos resultados mais visual, acessível e participativo, fortalecendo o engajamento de magistrados e servidores.

No dia 09 de julho, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) expandiu o projeto para a Segunda Instância. No álbum é possível acompanhar os critérios do Prêmio CNJ de Qualidade. Cada um dos incisos representa uma pontuação a ser obtida e, conforme essa pontuação vai sendo evidenciada, as figurinhas são disponibilizadas para as equipes, até que se complete o álbum.

Magistrados e servidores podem acessar o site copajud.tjmt.jus.br para visualizar e preencher o álbum de figurinhas. Basta cadastrar login e senha informando nome completo, matrícula e seleção do perfil e da unidade.

Leia mais sobre a Copa do Judiciário:

Copa do Judiciário entra na reta final com quatro unidades na liderança

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/7/copa-judiciario-entra-na-reta-final-quatro-unidades-na-lideranca

Álbum físico da Copa do Judiciário chega às 79 comarcas de Mato Grosso

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/7/album-fisico-copa-judiciario-chega-as-79-comarcas-mato-grosso

Indicadores do Prêmio CNJ de Qualidade viram figurinhas na Copa do Judiciário do TJMT

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/7/indicadores-premio-cnj-qualidade-viram-figurinhas-na-copa-judiciario-tjmt

‘Copa do Judiciário’ expande campanha para 2o Grau de jurisdição e aproxima TJMT do Selo Diamante

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/7/copa-judiciario-expande-campanha-para-2o-grau-jurisdicao-e-aproxima-tjmt-selo-diamante

‘Copa do Judiciário’ completa um mês com 84,3% do álbum preenchido no Primeiro Grau

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/7/copa-judiciario-completa-um-mes-843-album-preenchido-no-primeiro-grau

Corregedoria convoca o Primeiro Grau para Copa do Judiciário 2026

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/6/corregedoria-convoca-o-primeiro-grau-para-copa-judiciario-2026

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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