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Inscrição para curso gratuito de Educação Patrimonial pode ser feita até esta segunda-feira (26)

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As inscrições para o curso gratuito de Educação Patrimonial “Conhecer para Preservar” terminam nesta segunda-feira (26.1). Com foco educativo no campo do patrimônio cultural, a formação vai ocorrer entre os dias 6 de fevereiro e 10 de abril de maneira híbrida (presencial e online), com carga horária de 180 horas e certificação pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

O formulário online para inscrição está disponível aqui.

Entre os temas a serem abordados, estão educação patrimonial, patrimônio cultural e turismo, conservação e preservação, memória social e diversidade cultural. A programação inclui ainda visitas técnicas, atividades de campo e elaboração de trabalho final.

O curso é ofertado em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tendo validade para o aperfeiçoamento de professores, servidores públicos e outros profissionais. Além disso, a formação pode contribuir para as atividades de profissionais de museus e espaços culturais, estudantes, gestores e agentes culturais e comunitários, entre outros.

Ao todo, são 160 vagas disponíveis. Destas, 40 são exclusivas para moradores de Mato Grosso que participarão presencialmente de atividades de campo e aulas práticas realizadas em Cuiabá, além de assistirem às aulas virtuais.

As outras 120 vagas são destinadas a alunos de todo o Brasil, que farão as atividades e aulas virtualmente, na modalidade Educação à Distância (EaD). O processo seletivo observará critérios técnicos, territoriais e de ações afirmativas, conforme as regras do edital do curso (confira aqui).

Na modalidade presencial, serão destinadas 20 bolsas de ajuda de custo para participantes que moram no interior de Mato Grosso, com exceção dos municípios da Baixada Cuiabana. As bolsas têm como finalidade custear deslocamento, alimentação e permanência durante os encontros presenciais realizados em Cuiabá.

O curso gratuito de Educação Patrimonial “Conhecer para Preservar” é uma das atividades previstas no edital “Ações Formativas em Patrimônio Histórico e Museológico”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).

As atividades são executadas pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação Cultural, que foi selecionada no edital. São parceiros na iniciativa a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-MT) e o Conselho Estadual de Cultura de Mato Grosso.

Serviço:

Curso de Educação Patrimonial

Inscrição até 26 de janeiro: aqui

Fonte: Governo MT – MT



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Olhar atento pode evitar tragédias, destaca procuradora

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A importância de ampliar o olhar dos profissionais da segurança pública para identificar situações de risco e prevenir casos de violência contra mulheres e meninas foi o foco do primeiro eixo temático do Dia C de Capacitação – Atendimento, Proteção e Perspectiva de Gênero na Segurança Pública, realizado nesta quarta-feira (2), pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em Cuiabá.A palestra foi ministrada pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino, procuradora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, que abordou o tema “Perspectiva de gênero na atuação dos profissionais de segurança pública” para cerca de 140 participantes das forças de segurança e instituições que integram a rede de proteção.Ao iniciar a exposição, a procuradora utilizou uma experiência pessoal para explicar como a perspectiva de gênero pode contribuir para uma análise mais ampla das situações enfrentadas diariamente pelos profissionais da área.“A perspectiva de gênero funciona, de certo modo, como esse recurso de ampliação da percepção. Ela não modifica os fatos. Não cria crimes onde eles não existem. Não substitui a lei, a técnica, a prova ou a experiência profissional. Ela nos ajuda a perceber dimensões da realidade que podem permanecer inaudíveis aos nossos ouvidos ou invisíveis ao nosso olhar”, afirmou.Durante a palestra, a procuradora de Justiça destacou que muitos sinais relacionados à violência contra a mulher podem passar despercebidos quando não são observados sob uma perspectiva adequada.“Na atuação profissional, alguns sinais podem estar diante de nós e, ainda assim, não serem imediatamente percebidos: o controle, o isolamento, a dependência econômica, o medo, a desigualdade de poder, a escalada da violência e o risco de morte”, alertou.Segundo a procuradora, o objetivo da capacitação não é desconsiderar a experiência dos profissionais, mas oferecer ferramentas que contribuam para uma atuação mais qualificada.“A proposta desta capacitação não é desqualificar a experiência de ninguém. É acrescentar um instrumento à nossa atuação. Porque, quando ampliamos nossa capacidade de perceber, qualificamos nossa intervenção, avaliamos melhor o risco, protegemos com mais eficiência e tomamos decisões mais adequadas”, ressaltou.Ao longo da apresentação, foram abordados aspectos relacionados aos estereótipos de gênero, aos ciclos da violência doméstica e à necessidade de uma atuação institucional integrada para garantir proteção efetiva às vítimas.No encerramento da palestra, a procuradora de Justiça fez uma reflexão sobre a responsabilidade dos agentes públicos diante do avanço da violência contra a mulher e conclamou os participantes a transformarem conhecimento em atitude.“Tenho medo da violência que se repete, da violência que se agrava e, principalmente, da violência que começa a ser tratada como algo normal. E, diante desse medo, faço a mim mesma duas perguntas: o que eu posso fazer? O que eu tenho a ver com isso? A resposta que encontrei é clara: eu tenho tudo a ver com isso”, afirmou.Dia C de Capacitação – o primeiro eixo do Dia C integra a programação nacional da capacitação, que busca fortalecer a atuação dos profissionais da segurança pública e da rede de proteção no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, com foco na prevenção do feminicídio e na qualificação do atendimento prestado às vítimas.Promovido nacionalmente pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com o Ministério das Mulheres, o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) e a Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid), o Dia C foi concebido como o marco inicial de um programa permanente de formação voltado ao fortalecimento da atuação integrada entre o Ministério Público e os órgãos de segurança pública. Em Mato Grosso, o evento é realizado pelo MPMT, por meio do Centro de Apoio Operacional sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino, com apoio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público de Mato Grosso. O evento reúne aproximadamente 140 profissionais de diferentes órgãos e instituições, entre eles representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Penal, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Marinha do Brasil, Guarda Municipal e integrantes do sistema de justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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