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Família alega que ataques a mulheres começaram após cirurgia na cabeça

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Salvador Novais diz que o filho começou a ter problemas depois de uma cirurgia cerebral há 11 anos

Da Redação

 

O pai de Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, que foi preso por crime sexual em ônibus de São Paulo pela 16ª vez neste sábado, 2, respalda o argumento do filho sobre transtornos psiquiátricos surgidos após uma cirurgia na cabeça. Em entrevista à rádio Band News, Salvador Novais, de 65 anos, disse que o filho “nunca mais bateu bem” depois que foi atropelado e operado no Hospital das Clínicas de São Paulo. O aposentado relata que o acidente aconteceu em 2006, quando Diego tinha 16 anos, e não sabe precisar o tipo de intervenção cirúrgica ao qual o filho foi submetido.

O abusador narrou a mesma história ao ser detido na manhã deste sábado, após se masturbar com o órgão genital sobre uma passageira de um ônibus e tentar segurá-la para que não pedisse ajuda. Em depoimento informal ao delegado Rogério Nader, Diego disse que começou a ‘sentir necessidade’ de praticar os abusos contra mulheres depois de ficar internado por dois meses quando sofreu o acidente, parte do período em estado de coma.

O pai também disse temer que o filho seja considerado um estuprador ‘normal’ por outros presos e agredido se for levado a uma prisão comum. “Melhor é um tratamento para, mais tarde, ele reconhecer o que fez e pedir perdão, sei lá, perdão a Deus pelo que fez”, sugeriu. 

Diego pediu o auxílio de um psiquiatra aos policiais e disse não ter estuprado ninguém, depois de ser detido neste sábado. Salvador garante que não conversa com o filho desde antes do flagra da última terça-feira, 29, na Avenida Paulista. Ele ainda ressalta que a família não tem controle sobre as idas e vindas do rapaz de casa, na zona sul de São Paulo.

O delegado requereu a instauração de um ‘incidente de insanidade mental’, que vai investigar o suposto transtorno e a causa, podendo levar o homem à reclusão em um hospital psiquiátrico. Ele não chegou a ser encaminhado a nenhum tratamento nas 15 ocasiões anteriores em que foi flagrado atacando mulheres no transporte público, desde 2009.

Dois casos em quatro dias. Diego Ferreira de Novais havia sido solto na última quarta-feira, 30, após ser preso por ejacular em uma jovem dentro de um ônibus na Avenida Paulista. Neste sábado, o criminoso voltou a ser detido por outros passageiros em um coletivo na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na zona sul. A Polícia Militar relatou que Diego foi flagrado se masturbando, em pé, ao lado de uma mulher que estava sentada, além de ter tentado segurar a vítima quando ela percebeu o ato e começou a gritar e pedir ajuda. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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