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Flamengo perde na Argentina e terá desafio para virar Recopa Sul-Americana

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Em um revés na noite da última quinta-feira, o Flamengo foi superado pelo Lanús por 1 a 0 no Estádio Ciudad de Lanús, em Buenos Aires, na partida de ida da Conmebol Recopa Sul-Americana. O único gol do confronto foi marcado por Rodrigo Castillo, aos 31 minutos do segundo tempo, complicando a situação do Rubro-Negro para a decisão em casa.

A equipe argentina, que jogou com intensidade, leva a vantagem para o jogo de volta, que ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 26 de fevereiro, às 21h30 (horário de Brasília), no icônico Maracanã. Para conquistar o título, o Flamengo precisará de uma vitória por, no mínimo, dois gols de diferença. Um triunfo por 1 a 0 levará a disputa para os pênaltis, enquanto qualquer empate garante a taça para o Lanús.

O jogo

O Lanús começou o jogo impondo seu ritmo e pressionando o Flamengo. Logo aos seis minutos, Medina criou a primeira oportunidade, forçando uma defesa de Rossi. Aos dez, Castillo chegou a balançar as redes, mas o gol foi prontamente anulado por impedimento. A equipe da casa seguiu com uma postura ofensiva, enquanto o Flamengo encontrava dificuldades para organizar suas jogadas e avançar com qualidade.

A primeira chance mais perigosa do Rubro-Negro só surgiu aos 34 minutos, quando Everton Cebolinha finalizou para uma boa defesa de Losada. A reta final do primeiro tempo viu um equilíbrio maior, mas sem grandes chances que alterassem o placar inicial.

No segundo tempo, o jogo se concentrou predominantemente no meio-campo, com poucas oportunidades claras para ambos os lados. Aos 12 minutos, Pedro tentou de cabeça após cruzamento, mas a bola passou perto do gol. O Lanús respondeu em uma cobrança de falta que exigiu intervenção de Rossi. Aos 24 minutos, Castillo novamente marcou, mas o VAR confirmou mais um impedimento, anulando o lance.

A insistência do Lanús finalmente deu frutos aos 31 minutos. Após um cruzamento preciso de Sasha Marcich, Rodrigo Castillo cabeceou sem chances para o goleiro Rossi, desta vez em posição legal, abrindo o placar. Animados, os argentinos quase ampliaram em seguida, com Sepúlveda acertando o travessão rubro-negro. Nos minutos finais, o Flamengo não conseguiu criar chances efetivas para buscar o empate, e o Lanús ainda assustou com Aquino, garantindo a vitória no confronto de ida.

Próximos desafios

Antes da grande decisão da Recopa Sul-Americana, o Flamengo terá um compromisso importante pelo Campeonato Carioca. No próximo domingo, dia 22 de fevereiro, às 20h30, o time enfrentará o Madureira no Maracanã, pelo jogo de ida das semifinais do torneio estadual. A partida servirá como preparação e teste para a equipe antes de tentar reverter a desvantagem contra o Lanús.

A decisão da Recopa, na quinta-feira seguinte (26 de fevereiro), no Maracanã, será um teste de fogo para o Flamengo, que buscará o apoio de sua torcida para virar o placar e conquistar o título continental.

Fonte: Esportes



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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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