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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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No segundo tempo, aos 2, Calleri ajeitou de cabeça para trás e Iago bateu de primeira da entrada da área, por cima do gol. Aos 5, Gabriel Pereira parou Lucas, que partiria sozinho, com falta, e o árbitro Fernando Antonio Mendes puxou o vermelho para o zagueiro do Vasco, mas, após rever o lance no VAR, voltou atrás na expulsão e mostrou apenas o amarelo. Aos 13, Marcos Antônio virou o jogo com Lucas, que avançou, cortou para o meio e finalizou para defesa de Léo Jardim, que espalmou para escanteio. Aos 16, Bruno Duarte chutou da intermediária e a bola passou muito perto da trave. Aos 20, Sabino bateu para fora da entrada da área. Aos 22, o São Paulo abriu o placar: Bobadilla abriu com Pedro Lima pelo lado direito, o lateral cruzou para o meio e Artur se adiantou à marcação do Vasco para completar para o fundo das redes.



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