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Policiais civis de MT participam do curso básico de segurança de autoridades

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Quinze policiais civis de Mato Grosso participaram do Curso Básico de Segurança de Autoridades, ministrado pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), entre os dias 13 a 17 de abril, em Cuiabá.

Com duração de cinco dias, carga horária de 40 horas, a capacitação é direcionada para a proteção de dignitários e conta com a supervisão pedagógica e certificação da Academia de Polícia Judiciária Civil (Acadepol).

Foram abordados temas como planejamento de segurança pessoal; avaliação de riscos e ameaças; rotinas seguras e prevenção; técnicas de escolta; técnicas de fuga; formação de equipe de segurança; procedimentos em eventos públicos; direção defensiva e evasiva; condução segura em situações de risco; dentre outros assuntos.

O treinamento faz parte do plano estratégico de formação continuada, visando aperfeiçoar e instruir servidores que exercem a função de assessores e condutores de viaturas dos diretores da instituição.

O principal objetivo do curso é habilitar e preparar os policiais civis para que possam acompanhar os diretores com mais técnica e de forma diferenciada de atuação profissional, proporcionando um grau maior de segurança para as autoridades.

O Curso Básico de Segurança de Autoridades trabalha a qualificação alinhada com procedimentos empregados pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), a qual possui a atribuição institucional dessa atividade.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Wanderley classifica operação do Gaeco como “muito estranha” e nega apreensão em escritório

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), classificou como “muito estranha” a operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) para investigar suspeitas de corrupção na eleição da Mesa Diretora do Legislativo municipal. A declaração foi feita na manhã desta terça-feira (20), quando ele chegou à sede da Câmara.

Ao conversar com jornalistas, Wanderley afirmou desconhecer os detalhes da investigação e negou que tenha ocorrido uma operação em sua residência. Ele também declarou que nada foi apreendido em seu escritório.

“Não teve operação na minha casa. Eu desconheço essa operação e acho muito estranho. Com mais de 30 denúncias [contra] a prefeita. Não me inteirei dos fatos, mas acho muito estranha essa operação. No meu escritório não apreendeu nada”, disse o presidente.

Durante a fala, o parlamentar mencionou a existência de mais de 30 denúncias contra a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL).

Investigação apura eleição da Mesa Diretora

A operação do Gaeco busca apurar possíveis irregularidades na disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, realizada em maio. A investigação envolve suspeitas de compra de votos e outras possíveis práticas ilícitas relacionadas à eleição que escolheu Wanderley Cerqueira para a presidência no biênio 2027/2028.

A ação também alcança outros parlamentares e pessoas ligadas ao Legislativo. As diligências incluem mandados de busca e apreensão em municípios mato-grossenses, com o objetivo de reunir elementos para esclarecer os fatos investigados.

A manifestação de Wanderley ocorre em meio à repercussão da operação e à disputa política em torno do comando da Câmara. O presidente, no entanto, afirmou que ainda não havia se inteirado dos detalhes da investigação.

As suspeitas são objeto de apuração pelas autoridades competentes e não representam, por si só, comprovação de prática criminosa por parte dos investigados.



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