Economia
Unidades terão horário estendido para evitar colapso nas UPAs
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O avanço dos casos de viroses em Várzea Grande acendeu um alerta na rede pública de saúde e obrigou a Prefeitura a adotar medidas emergenciais para conter a pressão sobre o sistema. A partir desta quarta-feira (18), unidades básicas de saúde em regiões estratégicas passam a funcionar em horário ampliado, estendendo o atendimento até as 20h. A ação mira diretamente na redução da sobrecarga nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que vêm registrando aumento expressivo na procura por atendimentos.
A ampliação atinge as unidades dos bairros Marajoara, 24 de Dezembro, Jardim Glória e Cristo Rei, consideradas pontos-chave na cobertura da Atenção Primária. O atendimento regular, das 7h às 17h, será mantido, sendo acrescido o período extra no início da noite, justamente no horário em que há maior demanda reprimida da população que não consegue buscar atendimento durante o dia.
Nos bastidores da saúde municipal, o cenário é de preocupação com a escalada dos atendimentos por sintomas gripais e virais, que, embora na maioria dos casos sejam de baixa complexidade, acabam congestionando as UPAs e comprometendo a capacidade de resposta para casos mais graves. A estratégia adotada busca inverter essa lógica, fortalecendo a porta de entrada do sistema.
Mesmo com a ampliação do horário, o fluxo de atendimento permanece inalterado. As unidades continuarão oferecendo consultas médicas, atendimentos de enfermagem, acolhimento, medicação e dispensação de medicamentos, garantindo assistência completa à população sem necessidade de adaptação no acesso aos serviços.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a medida é essencial para reorganizar o sistema e garantir maior eficiência no atendimento. A orientação é para que a população utilize corretamente a rede, direcionando casos leves para as unidades básicas e preservando as UPAs para situações de urgência e emergência.
O cenário reforça um ponto crítico da saúde pública: a sobrecarga estrutural causada pela busca inadequada por atendimento. Com a ampliação do horário, a gestão municipal tenta antecipar um possível agravamento da demanda e evitar um colapso no sistema, garantindo atendimento mais rápido, organizado e seguro para a população.
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É melhor fazer a declaração do IRPF completa ou simplificada?
Na hora de prestar contas com a Receita Federal, uma dúvida é comum a milhões de brasileiros: qual o melhor modelo de declaração para pagar menos imposto ou aumentar a restituição? 

A decisão entre o desconto simplificado e o modelo por deduções legais pode fazer uma grande diferença no seu bolso.
“A declaração completa é ideal para as pessoas que têm muitas despesas dedutíveis na área de saúde, educação, previdência privada e dependentes. Permite que eu detalhe todas as minhas despesas. Na declaração simplificada, aplica o desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação das minhas despesas. É indicada para pessoas que têm pouca despesa dedutível”, explica o professor de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera, Gilder Daniel Torres.
Despesas com educação e saúde
Para quem opta pelo modelo completo, as despesas com educação são um pilar importante, mas exigem atenção aos detalhes.
O abatimento vale para mensalidades escolares, graduação e cursos técnicos, mas deixa de fora o material escolar e os cursos de idiomas.
Agora, se o seu gasto foi com saúde, o cenário é outro: não existe limite de valor para a dedução. Mas cuidado com as exclusões.
Procedimentos puramente estéticos, compra de medicamentos em farmácias ou gasto com acompanhantes em hospitais não dão direito ao abatimento.
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A melhor estratégia para o contribuinte é testar os dois modelos, simplificado e completo.
“Utilizar seus gastos com saúde, educação, colocar seus dependentes na declaração. Gastos com médicos, dentistas, hospitais, plano de saúde, podem ser deduzidos sem limites, desde que comprovados os gastos com dependentes. A educação, desde que respeitado o limite anual. Também é possível utilizar os gastos com seus dependentes”, orienta a professora Ahiram Cardoso.
Já o especialista Paulo Pêgas, vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), dá uma dica importante para não errar na escolha final.
“O contribuinte deve informar as deduções que tem, porque o próprio programa da Receita Federal informa quanto você teria que pagar no modelo completo e quanto você teria que pagar no modelo simplificado. E aí, você escolhe: o menor valor a pagar ou o maior valor a restituir.”
O modelo simplificado é mais prático, mas se você tem dependentes e gastos elevados com saúde e educação, o modelo completo pode ser o seu maior aliado.
Organize seus recibos, compare os modelos no sistema e garanta o melhor resultado financeiro.
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