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Provas do processo seletivo serão aplicadas neste domingo, dia 29

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Os exames ocorrerão em dois turnos: pela manhã, para os cargos de níveis Fundamental e Superior e no período da tarde, para os cargos de nível Médio e Médio Técnico

Os 2.367 candidatos inscritos devem estar atentos às provas do processo seletivo da Prefeitura Municipal de Várzea Grande que serão realizadas neste domingo (29). Os exames ocorrerão em dois turnos: pela manhã, para os cargos de níveis Fundamental e Superior e no período da tarde, para os cargos de nível Médio e Médio Técnico.

Os candidatos podem consultar o local de prova dentro do site da banca organizadora do seletivo https://selecon-mt.selecao.net.br/informacoes/84/ .

No dia da prova, será obrigatório apresentar o Cartão de Confirmação de Etapa, um documento de identificação original com foto. É preciso levar caneta esferográfica de material transparente, com tinta preta ou azul. Todos os candidatos realizarão prova objetiva, sendo considerado habilitado aquele que alcançar, no mínimo, 50% do total de pontos.

O gabarito preliminar e os cadernos de prova serão divulgados no dia 30 de março. Para alguns cargos, haverá ainda a etapa de prova de títulos. O prazo para interposição de recursos será nos dias 31 de março e 1º de abril. Já o resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 8 de maio.

O processo seletivo tem como objetivo o preenchimento imediato de vagas e a formação de cadastro de reserva. As remunerações variam entre R$ 1.621,00 e R$ 2.843,84, com jornada de trabalho padrão de 40 horas semanais, exceto para o cargo de Assistente Social, cuja carga horária é de 30 horas semanais.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro

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O mercado financeiro brasileiro começou junho em direções opostas. A bolsa caiu quase 1% e encerrou o dia no menor nível desde janeiro. O dólar recuou, apesar da instabilidade no exterior. A escalada das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo, que avançou mais de 4% após o Irã suspender negociações com os Estados Unidos.

O Ibovespa, principal índice da B3, fechou esta segunda-feira (1º) aos 172.197 pontos, com queda de 0,91%, no quinto pregão consecutivo de perdas. Durante o dia, o indicador chegou a recuar mais de 1%. A bolsa brasileira encerrou no menor nível desde 21 de janeiro.

O movimento refletiu principalmente a cautela dos investidores diante do agravamento da crise geopolítica envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. O cenário aumentou a busca por ativos considerados mais seguros e reduziu o apetite por mercados emergentes.

Ações de mineradoras e de bancos puxaram a queda da bolsa. Na contramão, os papéis da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, avançaram, beneficiados pela forte valorização do petróleo.

Dólar recua

Apesar do aumento da aversão ao risco nos mercados globais, o dólar encerrou o dia em queda ante o real.

A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,023, recuo de 0,39%, após ter avançado 1,82% em maio. No acumulado de 2026, o dólar registra desvalorização de 8,5% perante a moeda brasileira.

O principal fator que favoreceu o real foi a disparada do petróleo. Como o Brasil é exportador da commodity (bem primário com cotação internacional), a valorização tende a aumentar a entrada de dólares no país e fortalecer a moeda brasileira.

O movimento ocorreu mesmo com a alta do índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas fortes.

Petróleo dispara

Os preços internacionais do petróleo tiveram forte alta após a agência iraniana Tasnim informar que Teerã interrompeu as negociações indiretas com os Estados Unidos e passou a discutir medidas para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo.

O barril do petróleo Brent, referência internacional, fechou a US$ 94,98, alta de 4,2%. O petróleo WTI, negociado nos Estados Unidos, avançou 5,5%, encerrando a sessão a US$ 92,16 por barril.

Ao longo do dia, os contratos chegaram a subir mais de 6%, mas perderam parte dos ganhos após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que havia mantido contatos para evitar uma escalada maior do conflito na região.

*Com informações da Reuters



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