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Prefeitura oficializa nova composição do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente

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O CMDCA é um órgão estratégico para a formulação, acompanhamento e fiscalização das ações voltadas à proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes

A Prefeitura de Várzea Grande oficializou a nova composição do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). A nomeação foi publicada por meio do Decreto nº 14, de 13 de março de 2026, assinado pela prefeita Flávia Moretti (PL), garantindo a formação do colegiado responsável por acompanhar e fortalecer as políticas públicas voltadas à infância e adolescência no Município.

Os membros titulares e suplentes foram nomeados para um mandato de dois anos, com vigência de 7 de fevereiro de 2026 a 7 de fevereiro de 2028, conforme estabelece a Lei Municipal nº 4.095/2015, que regulamenta a atuação do conselho em Várzea Grande.

O CMDCA é um órgão estratégico para a formulação, acompanhamento e fiscalização das ações voltadas à proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes. A atuação do Conselho ocorre de forma colegiada, reunindo representantes do poder público e da sociedade civil, com o objetivo de fortalecer políticas públicas e ampliar a rede de proteção no município.

O decreto também valida os atos já praticados pelos conselheiros desde o início do mandato, em fevereiro deste ano, assegurando continuidade administrativa e segurança jurídica às decisões tomadas pelo colegiado nesse período.

A nova composição reforça o compromisso com a garantia de direitos e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância e juventude em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Indústria cresce 0,7% em abril, quarto mês seguido de avanço

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A produção industrial brasileira teve alta de 0,7% em abril de 2026 frente a março de 2026, na série com ajuste sazonal, quarto mês seguido de aumento, acumulando 4,4% de avanço neste período.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (3), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, a indústria está 4,7% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas registra 12,9% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011.

A indústria brasileira acumula crescimento de 1,7% nos quatro primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior.

Na passagem de março para abril de 2026, duas das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 25 ramos industriais pesquisados avançaram na produção. As influências mais significativas vieram dos segmentos de indústrias extrativas (3,1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,1%), ambas crescendo pelo quinto mês consecutivo.

“Nestas atividades, as pressões positivas mais relevantes vieram de óleos brutos de petróleo, gás natural e minério de ferro, no caso do setor extrativo, e de álcool etílico e dos derivados do petróleo, especialmente o óleo diesel, para a atividade dos derivados do petróleo e biocombustíveis”, explicou o gerente da PIM, André Macedo.

Segundo o IBGE, outras contribuições positivas sobre o total da indústria vieram de produtos de borracha e de material plástico (3,1%), produtos de madeira (8,5%), produtos têxteis (4,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%).

Por outro lado, entre as 11 atividades que recuaram na produção, produtos químicos (-3,9%) exerceu a principal influência no mês. “Destaca-se também os impactos negativos dos setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%) e metalurgia (-1,0%)”, diz o IBGE. 

 



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