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Prefeitura de Sinop nomeia mais 69 aprovados e classificados no Concurso Público 001/2024

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Administração e Modernização, divulgou nesta quarta-feira (15) o Edital de Nomeação n. 007/2026, que convoca mais 69 profissionais aprovados e classificados no Concurso Público n. 001/2024. Os novos convocados deverão ocupar 16 funções na Administração Municipal e têm até 30 dias para apresentar toda a documentação necessária para assumir o cargo.

A entrega da documentação necessária para a posse deverá ser realizada presencialmente no Departamento de Recursos Humanos, setor da Secretaria de Administração e Modernização, localizado na Avenida das Embaúbas, nº 1.314, Centro – próximo ao Paço Municipal Prefeito Geraldino Dal’Maso.

“Ressaltamos que os candidatos devem estar atentos, principalmente, aos prazos e orientações constantes no edital de nomeação, para que não percam a vaga por falta de documentação ou atraso no comparecimento. No documento estão dispostos os procedimentos para entrega de documentação, como exames admissionais e posse. Os convocados devem comparecer ao RH o quanto antes para evitar a perda do direito à vaga pela passagem do prazo”, explicou a secretária da pasta, Elizabete Cilião.

Foram convocados profissionais para as funções de Professor Licenciatura em Pedagogia (22), Motorista IV (4), Psicopedagoga (1), Psicólogo (5), Técnico Administrativo Educacional – Administração Escolar (3), Assistente Social (3), Enfermeiro (7), Engenheiro Sanitarista (1), Fisioterapeuta (5), Fonoaudiólogo (2), Motorista III (1), Nutricionista (1), Técnico de Enfermagem (6), Terapeuta Ocupacional (2), Fiscal Sanitário (5) e Contador (1).

O documento foi publicado na edição 3909, páginas 170 a 173, do Diário Oficial do Tribunal de Contas do Estado (TCE), nesta quarta-feira (15).

O prefeito Roberto Dorner destaca que esta nova nomeação faz parte do esforço e do comprometimento da gestão pública com a prestação dos serviços públicos municipais. “A nomeação faz parte do trabalho da Prefeitura para reforçar a prestação dos serviços públicos com profissionais efetivos e qualificados, garantindo mais qualidade e estabilidade no atendimento às demandas da população de Sinop”, comentou.

A Prefeitura de Sinop já empossou mais de 600 novos servidores públicos aprovados no maior concurso da história do município. O certame, lançado em 2024, ofertou vagas para áreas como saúde, educação, administração, meio ambiente, infraestrutura e outras. As provas ocorreram em 2025 e, desde então, os profissionais convocados passaram a integrar as equipes municipais.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (66) 99655-9890 ou presencialmente no Departamento de Recursos Humanos.

Confira os convocados neste link: https://www.sinop.mt.gov.br/arquivos/edital_de_nomeacao_007-2026-_concurso_001-2024_16100616.pdf

SERVIÇO | Convocação Concurso Público
O que: Convocação de 69 novos aprovados no concurso público 001/2024
Quando: Ontem, 15 de julho de 2026
Prazo: Convocados devem comparecer ao RH em até 30 dias
Onde: Departamento de Recursos Humanos – Avenida das Embaúbas, nº 1.314, Centro, Sinop – MT
Horário de funcionamento: 7h às 13h
Telefone: (66) 99655-9890



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Cortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interior

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São Paulo – A estagnação ou cortes no valor dos benefícios sociais e previdenciários poderão causar uma retração severa à atividade econômica em municípios do interior do Brasil, mostra levantamento do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), lançado nesta semana.

Segundo o estudo, as aposentadorias, o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm peso significativo na economia dessas cidades e chegam a representar quase metade do orçamento das famílias mais pobres.

“Como o valor recebido por essas famílias é usado quase integralmente para a aquisição de itens de primeira necessidade, o dinheiro circula imediatamente no comércio local, garante empregos e mantém a arrecadação municipal ativa”, destaca a co-diretora do Made-USP, a economista Luiza Nassif.

De acordo com o levantamento, dos 5.569 municípios brasileiros, cerca de 4 mil estão fora das regiões metropolitanas. Nessas cidades, segundo o estudo, o peso das transferências públicas chega a ser o dobro em relação aos dos grandes centros urbanos. No Ceará, por exemplo, os benefícios sociais e previdenciários respondem por 22% da renda agregada da capital e região metropolitana. Já nas cidades do interior, esse número é de 40%.

Impactos futuros

O estudo do Made/USP projetou os efeitos econômicos da evolução da renda dos benefícios sociais e previdenciários nas cidades do interior para os próximos três anos. O estudo tomou como base os anos de 2022 a 2025, em que houve um crescimento real para BPC e aposentadorias, e comparou esse cenário ao contexto de reajustes utilizados entre 2019 e 2022, sem ganhos reais do salário mínimo e congelamento total.

O levantamento mostra que, sem os reajustes, a renda agregada do interior do país sofreria uma retração severa, ficando entre 6,8% e 10,8% abaixo do patamar com a valorização real dos benefícios sociais e previdenciários. 

“Isso geraria uma reação em cadeia na atividade econômica que atinge inclusive as famílias que não dependem do socorro público”, avalia Nassif. 

O estudo mostra que os cenários mais críticos ocorreriam no interior do Rio Grande do Norte, Amapá e Piauí, em que a renda total cairia entre 17% a 18%, sem o ritmo atual de aumento dos benefícios sociais. No Amazonas, Sergipe e Pernambuco, a perda seria na casa dos 15%. No Ceará, Maranhão, em Alagoas e Bahia, a queda ficaria entre 10% e 13%, enquanto no Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o prejuízo chegaria a 6,5%.  

Os efeitos na pobreza

O levantamento destaca que, além dos efeitos sobre a renda e a atividade econômica dos municípios do interior, os benefícios desempenham um papel decisivo no combate à pobreza.

“Para quem vive no limite, qualquer reajuste abaixo da inflação empurra a família diretamente para a pobreza”, afirma Nassif. Segundo ela, para famílias com rendimento de até 1,5 salário mínimo per capita, os benefícios podem chegar a 50% do rendimento. 

Simulações realizadas pelo levantamento indicam que a ausência de ganhos reais nos benefícios, entre 2022 e 2025, teria empurrado aproximadamente 2,7 milhões de pessoas para a pobreza nos municípios fora das regiões metropolitanas, 2,4 milhões delas para extrema pobreza.

Em números absolutos, as maiores altas na pobreza ocorreriam na Bahia (até 336 mil pessoas a mais), São Paulo (até 263 mil) e Minas Gerais (até 251 mil), seguidos por Maranhão, Pará e Ceará (com mais de 200 mil pessoas cada).

“Olhando para o impacto que a queda de renda provoca, fica nítido o estrago que uma trava no crescimento dos benefícios pode fazer nas economias locais”, observa Nassif. “Manter a valorização real da previdência, do BPC e dos programas de transferência de renda é a garantia mínima de dignidade para as famílias e de sobrevivência para o comércio local no Brasil profundo”, acrescenta.




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