Carne de frango
PREÇO MÉDIO DA CARNE DE FRANGO ATINGE MAIOR NÍVEL EM DOIS ANOS, O VALOR MÉDIO É DE POUCO MAIS DE R$8,00
Os pesquisadores apontaram que o aumento preço se manteve no período em que a queda seria o habitual.
Economia
Segundo registros do Cepea, o valor médio é de pouco mais de R$ 8, tanto para os produtos congelados quanto in natura. A média foi feita estabelecida com base nos dados coletados no mercado no estado de São Paulo.
Um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP apontou que o preço da carne de frango está no patamar mais caro desde o fim de 2022. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29).
Os pesquisadores apontaram que o aumento preço se manteve no período em que a queda seria o habitual.
Levantamentos do Cepea mostram que os preços da carne de frango seguem firmes no mercado doméstico, operando nos maiores patamares reais desde novembro de 2022. Nem mesmo o período de final de mês, quando geralmente a demanda final se desaquece — por conta do menor poder de compra da população —, impediu novos aumentos – destacaram os pesquisadores.
Segundo registros do Cepea, o valor médio é de pouco mais de R$ 8, tanto para os produtos congelados quanto in natura. A média foi feita estabelecida com base nos dados coletados no mercado no estado de São Paulo. As informações são da Oeste.
Economia
Atividade econômica brasileira cresce 0,6% em fevereiro
A atividade econômica brasileira teve crescimento em fevereiro deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,6% em fevereiro em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

As altas foram de 0,2% na agropecuária, 1,2% na indústria e 0,3% em serviços.
Já na comparação com fevereiro de 2025, houve recuo de 0,3%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais. Em 12 meses acumulados até fevereiro deste ano, o índice acumula uma alta de 1,9%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução o ritmo da economia do país e incorpora informações sobre o nível de atividade na indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.
O índice ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre os juros básicos da economia, a Taxa Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação.
Produto Interno Bruto
Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.”
O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.
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