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Guarda Municipal age com rapidez e apreende adolescente que matou o tio

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Na manhã deste sábado (21), uma ação rápida e eficiente da Guarda Municipal de Várzea Grande resultou na apreensão de um adolescente de 15 anos suspeito de cometer um homicídio no bairro Ipase.

De acordo com informações, a guarnição foi acionada para atender a ocorrência em uma residência da região, onde um homem de 45 anos havia sido atingido por golpes de faca. Familiares e vizinhos prestaram socorro imediato à vítima, encaminhando-a ao Pronto-Socorro de Várzea Grande. No entanto, ele já chegou à unidade sem sinais vitais.

Assim que chegaram ao local, os GM’s iniciaram diligências pela região e, em um curto espaço de tempo, conseguiram identificar e localizar o suspeito. Ao perceber a aproximação da viatura, o adolescente tentou fugir, correndo para dentro de um estabelecimento comercial após descartar a faca utilizada no crime, jogando-a no chão.

A guarnição realizou o acompanhamento e conseguiu abordar o jovem dentro do estabelecimento, efetuando sua detenção. Ele foi encaminhado à delegacia para as providências legais cabcabíveis.

Segundo relatos preliminares, após o crime, o adolescente ainda teria lavado a faca utilizada na pia da residência antes de deixar o local, evidenciando frieza na conduta. Durante a abordagem, ele apresentou falas desconexas, alegando que o ato teria sido motivado por desavenças familiares, afirmando que o tio frequentemente discutia com sua mãe, versão contestada por outros familiares.

O adolescente residia na casa da vítima, que detinha sua guarda. Familiares ainda tentam compreender as circunstâncias e motivações que levaram ao crime.

A ocorrência reforça a importância da atuação ostensiva e da pronta resposta da Guarda Municipal, que, mais uma vez ao agir com rapidez na localização e apreensão do suspeito.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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MTur: microempreendedoras vítimas de violência terão crédito especial

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Microempresárias do setor de turismo vítimas de violência doméstica ou de gênero poderão pedir a suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), bem como a ampliação dos prazos de carência.

As mudanças nas regras do fundo criado para oferecer suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas de desenvolvimento do setor foram anunciadas nesta quinta-feira (4), pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

Segundo a pasta, o objetivo das condições especiais de crédito para microempreendedoras do setor turístico é oferecer proteção e suporte econômico as vítimas de violência.

“A medida vai permitir que as mulheres que enfrentam momento difícil contem com carência maior nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as parcelas”, afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB).

Com as mudanças nas regras operacionais do Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão temporária dos pagamentos por até seis meses, as interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246 meses, com carência estendida de 60 para 66 meses.

No caso do financiamento de bens, a amortização sobe para 126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126 meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.

As novas regras valem tanto para novos financiamentos quanto para contratos em fase de amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá que comprovar que é alvo de violência física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da Penha. A apresentação de documentos oficiais, como medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de ocorrência, é obrigatória.

Salvaguarda

Para o ministro do Turismo, a ação funciona como mecanismo de salvaguarda para o mercado de trabalho. 

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registra mais de um milhão de atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.

Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo estima que os casos de violência tendem a agravar a vulnerabilidade econômica das empreendedoras, afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a manutenção de empregos e a sustentabilidade dos empreendimentos turísticos.

Daí a expectativa da pasta em “ampliar as condições de acesso e permanência das mulheres nas linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos econômicos da violência de gênero sobre os negócios e fortalecer a autonomia financeira feminina”.

*Com informações da Ascom do MTur



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