Economia

Dia do Circo leva magia, risadas e emoção ao CRAS Cristo Rei em Várzea Grande

Publicado em

Economia


Um espetáculo transformou o espaço em um verdadeiro picadeiro, proporcionando diversão e fortalecendo laços entre crianças, famílias e a comunidade

A tarde desta sexta-feira (27) foi marcada por muita alegria, gargalhadas e encanto no Centro de Referência em Assistência Social do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Em comemoração ao Dia do Circo, a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, promoveu um momento especial para as crianças atendidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

Com direito a apresentações, brincadeiras e interação cheias de energia, o espetáculo ficou por conta da equipe 9 Atos, que transformou o espaço em um verdadeiro picadeiro, proporcionando diversão e fortalecendo laços entre crianças, famílias e a comunidade.

Além das apresentações, a criançada também participou de um lanche especial, encerrando o evento com clima de confraternização e carinho.

O artista circense João Benedito Santos de Almeida celebrou a oportunidade de levar a arte do circo para as novas gerações.

“Desejo que todos possam conhecer o circo. Talvez os pais, nascidos nas décadas de 80 e 90, tenham na memória como eram os espetáculos, mas as crianças de agora não. O circo não é só palhaço, é o trapezista, é o malabarista. Ser palhaço é levar a alegria e o humor. Fico muito feliz diante da oportunidade”, destacou.

A moradora Antônia Narcísia, que acompanhou a apresentação ao lado da filha Eliza Maria, de 11 anos, se emocionou ao reviver lembranças da infância. “Eu trouxe minha filha, tem que ter mais apresentações como essas nas escolas, nos CRAS, centros comunitários para que as crianças conheçam o circo. Eu participava muito quando criança, hoje em dia quase não vemos. Eu adorei, voltei à infância. Nunca tinha levado minha filha”, contou.

Já Eliza Maria ficou encantada com a experiência e afirmou que nunca tinha visto um palhaço tão de perto. “Gostei do espetáculo, nunca tinha visto palhaço de perto. Eu gostei bastante, ri, participei. Fiquei nervosa porque participei, mas gostei muito”, disse sorrindo.

A coordenadora de Ações de Proteção Básica da Assistência Social, Taynara Morais, ressaltou que o evento reforça o papel do CRAS como espaço de acolhimento, convivência e inclusão.

“Essa ação é muito mais do que um momento de lazer. Ela faz parte do nosso trabalho de fortalecimento de vínculos, de promover convivência e inclusão social para as nossas crianças e famílias atendidas pelo SCFV. O circo tem essa magia de reunir e emocionar, e ver as crianças sorrindo é uma grande recompensa”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Ministro prevê renegociação de R$ 90 bi em 3ª fase do Desenrola

Publicados

em


As instituições financeiras poderão apresentar até R$ 90 bilhões em dívidas antigas a serem renegociadas na primeira etapa do Desenrola 3.0, disse nesta quarta-feira (21) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, o edital de chamamento dos bancos e de outras instituições será publicado nesta quinta-feira (21), dando início ao processo de habilitação de bancos e fundos interessados em vender carteiras de crédito à União.

Apesar do volume previsto, o custo máximo estimado para a compra de todo esse montante seria de R$ 9 bilhões, considerando o desconto mínimo de 90% exigido pelo programa.

As instituições terão cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. A etapa, no entanto, não é uma convocação para que os consumidores renegociem suas dívidas, mas um procedimento para medir o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda.

“Estamos fazendo uma chamada aos bancos para que eles se organizem e apresentem o exato volume pelas diferentes faixas dos credores. Nessa chamada de interesse vamos permitir que várias faixas de renda sejam apresentadas, mas nosso foco são faixas de renda menores”, afirmou Durigan.

Como funcionará

O chamamento público será destinado a bancos, instituições financeiras e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs). Para participar da etapa seguinte, os credores deverão apresentar carteiras de dívidas que atendam aos critérios do programa e aceitar as condições mínimas de desconto.

O procedimento será dividido em etapas:

  • Chamamento: publicação do edital para manifestação de interesse dos credores;
  • Apresentação das carteiras: prazo de cinco dias úteis para informar os débitos elegíveis;
  • Definição do leilão: análise do volume apresentado, com separação por faixas de renda;
  • Compra das dívidas: realização do leilão, previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro.

Segundo o ministro, o governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e microempreendedores individuais (MEIs). No entanto, caso o volume de dívidas de baixa renda seja menor que o previsto, o governo poderá comprar mais dívidas de alta renda.

Quanto custará

A estimativa inicial é que os credores apresentem até R$ 90 bilhões em dívidas. Como o programa exige deságio mínimo de 90%, a União pagaria, no máximo, 10% do valor nominal das carteiras adquiridas.

Na hipótese de compra de todo o montante estimado, o desembolso seria de até R$ 9 bilhões.

“Se, no limite, esses R$ 90 bilhões de dívidas forem ofertados, de partida a gente saberia que no máximo consumiriam R$ 9 bilhões para a gente adquirir tudo”, disse o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.

O governo, porém, não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas. A intenção é estabelecer um orçamento para o leilão e estimular a concorrência entre os credores, o que pode resultar em descontos superiores ao mínimo exigido.

“A depender do que a gente receber nessas carteiras que os bancos e as instituições financeiras tenham, a gente pode exigir desconto de 93%, 95% no leilão. E aí, no leilão, a depender de como correr o leilão, eu posso conseguir descontos ainda maiores”, disse Durigan.

Quais dívidas entram

O Desenrola 3.0 foi criado por medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro. O programa prevê a compra, pela União, de carteiras de crédito com dívidas antigas para viabilizar a renegociação dos débitos com os consumidores.

Entre as condições previstas estão:

  • Dívidas de até R$ 10 mil, considerando o valor original do débito;
  • Atrasos entre 720 e 1.645 dias, o equivalente a aproximadamente dois anos e quatro anos e meio;
  • Débitos de cartão de crédito, incluindo as modalidades rotativa e parcelada, e de crédito pessoal sem consignação em folha;
  • Possibilidade de inclusão de dívidas elegíveis de pessoas físicas e MEIs, conforme as regras do programa.

No lançamento da iniciativa, o governo estimou que o volume total de dívidas elegíveis poderia chegar a R$ 150 bilhões, com desembolso de aproximadamente R$ 15 bilhões. A previsão de R$ 90 bilhões divulgada agora corresponde à expectativa inicial de dívidas que os credores poderão apresentar na primeira chamada.

Como será a renegociação

Após o leilão, as dívidas adquiridas pelo governo poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras.

O consumidor poderá quitar o débito à vista ou parcelar o pagamento, conforme as condições a serem estabelecidas. No caso do parcelamento, haverá cobrança de juros.

Os prazos, as taxas e as demais condições operacionais ainda dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável.

Neste momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar da etapa de chamamento. O governo ainda deverá divulgar as regras e os procedimentos para o acesso às renegociações.

Continuidade

Questionado sobre a continuidade do programa independentemente do resultado das eleições presidenciais, Durigan afirmou que a iniciativa tem caráter permanente de política pública.

O ministro também criticou sugestões de congelamento temporário de dívidas de pessoas físicas e empresas, que classificou como “uma espécie de calote generalizado no sistema financeiro”.

Segundo Durigan, o governo pretende manter o Desenrola 3.0 como uma política de Estado para enfrentar o endividamento e facilitar a recuperação do acesso ao crédito.

A próxima etapa será a análise das carteiras apresentadas pelos credores. Somente depois desse levantamento a Fazenda deverá definir o volume de dívidas a ser efetivamente adquirido e as condições do leilão.



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA

Copyright © 2026 - Todos os direitos reservados ao portal Afolhanews