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Cuiabá tem 146 vagas de emprego oferecidas pelo Sine

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Da Redação

 

Mato Grosso oferece, nesta primeira semana do mês de junho, 554 vagas de emprego. Conforme o balcão do Sistema Nacional de Emprego (Sine), as oportunidades estão distribuídas entre 22 municípios, em diversas áreas. Na Capital, são 146 disponíveis. Confira aqui.

Em Cuiabá, destas 146 vagas, 32 são direcionadas para as Pessoas Portadoras de Deficiência (PCD). Para este público, as vagas em destaque são nas áreas de auxiliar operacional de logística e fiscal de prevenção de perdas, com salários que variam de R$ 900,00 a R$1000,00. Ambas não exigem experiência na carteira, mas é necessária escolaridade de Ensino Médio completo.

Para o público em geral, as ofertas nesta quinta-feira (1º.06) são nas áreas de marceneiro, auxiliar de operação, encanador e carpinteiro de obras com salários de até R$ 1.500,00. Os pré-requisitos das quatro áreas são escolaridades dos Ensinos Fundamental e Médio e experiência na carteira.

Outro município que possui números expressivos de oportunidades é Sapezal (468 km ao Norte de Cuiabá), com 106 vagas. Destas, 74 são para operador de máquina agrícola, 14 para motorista de caminhão, entre outros setores.

Sine

Somente no mês de maio, o Sine realizou 13.340 atendimentos, uma média diária de mais de 600 pessoas por dia.

Vinculado à Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT), o Sine também oferece serviços de solicitações do seguro-desemprego, emissão da carteira de trabalho digital e cursos de capacitação profissional.

Os interessados devem procurar uma unidade mais próxima da residência, portando carteira de trabalho, documentos pessoais e currículo. Em Cuiabá, no posto de atendimento localizado próximo ao Pronto-Socorro, o horário de atendimento é de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.

Em Várzea Grande, a unidade de atendimento fica no Ganha Tempo do Várzea Grande Shopping, onde o atendimento ocorre de segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 19h.

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Brasil abre posto tributário na China para ampliar comércio

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, inaugurou nesta sexta-feira (26) a Adidância Tributária e Aduaneira do Brasil em Pequim, na China. A iniciativa pretende facilitar o comércio entre os dois países, reduzir entraves burocráticos e ampliar a cooperação fiscal.

O novo posto será a quinta representação do tipo mantida pelo Brasil no exterior. Inaugurada no último dia da viagem oficial de Durigan à China, a unidade será vinculada à Receita Federal.

O objetivo é criar um canal técnico direto com autoridades chinesas para melhorar a previsibilidade das operações comerciais, apoiar empresas brasileiras e fortalecer ações contra irregularidades no comércio internacional.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009. O intercâmbio entre os dois países supera US$ 150 bilhões por ano, com forte participação de produtos como soja, minério de ferro e petróleo.

Ponto estratégico

A adidância funcionará como uma unidade avançada da Receita Federal no exterior. O posto será ocupado por um auditor-fiscal e terá atuação técnica, diplomática e estratégica, sem poder de decisão sobre processos tributários ou aduaneiros.

Na prática, o representante brasileiro fará a interlocução com órgãos chineses responsáveis por tributos e alfândega, buscando resolver problemas operacionais, aproximar as legislações e acelerar procedimentos de importação e exportação.

Segundo o governo, a presença permanente no país asiático deve ajudar empresas brasileiras a compreender melhor regras locais, reduzir custos logísticos e diminuir o tempo de liberação de mercadorias.

Cooperação fiscal

A atuação da nova representação será baseada em acordos já firmados entre Brasil e China, incluindo instrumentos para evitar dupla tributação e ampliar a assistência mútua em assuntos aduaneiros. Em julho do ano passado, a Receita Federal tinha anunciado a intenção de criar a agência tributária e aduaneira no país asiático. 

Também estão previstos mecanismos de cooperação com a Administração Tributária Estatal da China e a Administração Geral de Aduanas chinesa, incluindo intercâmbio de informações, integração digital de processos e troca de especialistas.

A Fazenda avalia que a aproximação permitirá maior eficiência no combate à evasão fiscal, ao contrabando e a outras práticas ilícitas que afetam o comércio internacional.

Vantagens

De acordo com a Fazenda, a presença de um adido especializado no principal parceiro comercial do Brasil trará vantagens, como:

  • entendimento mútuo das legislações;
  • redução de entraves burocráticos;
  • impulsionamento do comércio bilateral.

O Ministério da Fazenda também informou que a unidade na China ajudará a reduzir práticas ilícitas que prejudicam o comércio bilateral, por meio do:

  • combate à evasão fiscal;
  • combate ao contrabando;
  • troca direta de informações e experiências.

Mais investimentos

Além da agenda comercial, o governo brasileiro pretende usar a missão na China para apresentar oportunidades de investimento ligadas à transformação ecológica e à inovação.

O Ministério da Fazenda também promove ações do programa Eco Invest Brasil, voltado à atração de capital estrangeiro para projetos sustentáveis, incluindo áreas como energia limpa, minerais estratégicos, inteligência artificial, baterias e descarbonização industrial.

Depois da China, a rodada de apresentação seguirá para o Japão e a Coreia do Sul, países considerados estratégicos pela capacidade tecnológica e financeira.

Com a criação do posto em Pequim, o Brasil amplia sua rede de adidâncias tributárias e aduaneiras, que já conta com representações em Washington, nos Estados Unidos; Buenos Aires, na Argentina; Assunção, no Paraguai; e Montevidéu, no Uruguai.



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