Cidades
Prefeitura de Várzea Grande firma contratos de R$ 2,87 milhões para serviços de arbitragem
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A Prefeitura de Várzea Grande oficializou a contratação de duas empresas especializadas em arbitragem esportiva, em um investimento que totaliza R$ 2.876.618,10. Os contratos foram publicados na edição desta terça-feira (14) do Jornal Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).
As empresas vencedoras do processo licitatório são sediadas em Cuiabá. A Papagaio Produção e Promoção de Eventos Esportivos Ltda. foi contratada pelo valor de R$ 1.673.300, enquanto a Royal Infinity Eventos Ltda. firmou contrato de R$ 1.203.318,10.
As contratações correspondem aos contratos nº 083/2026 e nº 084/2026, celebrados a partir do Pregão Eletrônico nº 27/2026, realizado no âmbito do Processo Gespro nº 25763/2026.
De acordo com os documentos, as empresas serão responsáveis por disponibilizar equipes de arbitragem para atender às competições e eventos esportivos organizados pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer.
Entre os profissionais previstos estão árbitros, mesários, anotadores e oficiais de mesa, que atuarão em jogos, campeonatos, torneios e demais atividades promovidas pelo município.
Os contratos foram assinados em 9 de julho e terão vigência inicial de 12 meses. Conforme previsto nos instrumentos contratuais, o prazo poderá ser prorrogado por períodos sucessivos, desde que a administração municipal considere a continuidade dos serviços vantajosa e a execução contratual satisfatória, respeitando o limite máximo de cinco anos.
A fiscalização da execução dos contratos ficará a cargo do servidor Gilson Cassemiro de Lima. Em caso de impedimento, a função será exercida pelo suplente Erasmo Ribeiro da Costa.
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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.
A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.
A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.
“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.
O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.
“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.
A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.
Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.
A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.
O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.
Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.
O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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