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Prefeita Flávia Moretti acompanha obra de drenagem para evitar alagamentos no bairro da Manga

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Conforme a prefeita, o local receberá, além da colocação de aduelas para escoamento da água, pavimentação asfáltica, calçada e revitalização

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), esteve visitando as obras de drenagem pluvial no Córrego na região do bairro Manga, região que constantemente sofre com alagamentos durante o período chuvoso.

Conforme a prefeita, o local receberá, além da colocação de aduelas para escoamento da água, pavimentação asfáltica, calçada e revitalização. “Estamos acompanhando de perto as obras para que saia de excelente qualidade. A obra tem como principal objetivo melhorar o escoamento das águas pluviais, reduzindo pontos de alagamento e prevenindo danos à malha viária. A obra também vai garantir mais segurança para pedestres e motoristas que utilizam diariamente as vias próximas ao córrego”, disse a prefeita.

Conforme a Secretaria de Viação, Obras e Urbanismo, houve uma troca de manilhas por aduelas para melhorar a vazão da água, desse modo evitando alagamentos. A Secretaria informa que a ordem de serviço foi assinada em fevereiro de 2026. Ainda conforme a pasta, a ação, além de minimizar riscos de erosão e prejuízos estruturais, contribui diretamente para a preservação ambiental e para a valorização imobiliária da região. Para realizar a obra em seis pontos do córrego da manga, foi realizado um investimento no valor de R$ 961.593,28 (novecentos e sessenta e um mil e quinhentos e noventa e três reais e vinte e oito centavos).

Os seis pontos do córrego onde receberão obras são: Vereador Abelardo de Azevedo, rua do Independente, Rua F ou Joaquim Martins Pereira, Miguel José da Silva, Mariano de Campos Maia e Valter Fontana.

“Estamos resolvendo de vez um problema de décadas aqui nesta região. Com essa obra, vamos evitar novos prejuízos financeiros, além de garantir segurança para os nossos munícipes aqui da região da Manga”, completa Moretti.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), esteve visitando as obras de drenagem pluvial no Córrego na região do bairro Manga, região que constantemente sofre com alagamentos durante o período chuvoso.

Conforme a prefeita, o local receberá, além da colocação de aduelas para escoamento da água, pavimentação asfáltica, calçada e revitalização. “Estamos acompanhando de perto as obras para que saia de excelente qualidade. A obra tem como principal objetivo melhorar o escoamento das águas pluviais, reduzindo pontos de alagamento e prevenindo danos à malha viária. A obra também vai garantir mais segurança para pedestres e motoristas que utilizam diariamente as vias próximas ao córrego”, disse a prefeita.

Conforme a Secretaria de Viação, Obras e Urbanismo, houve uma troca de manilhas por aduelas para melhorar a vazão da água, desse modo evitando alagamentos. A Secretaria informa que a ordem de serviço foi assinada em fevereiro de 2026. Ainda conforme a pasta, a ação, além de minimizar riscos de erosão e prejuízos estruturais, contribui diretamente para a preservação ambiental e para a valorização imobiliária da região. Para realizar a obra em seis pontos do córrego da manga, foi realizado um investimento no valor de R$ 961.593,28 (novecentos e sessenta e um mil e quinhentos e noventa e três reais e vinte e oito centavos).

Os seis pontos do córrego onde receberão obras são: Vereador Abelardo de Azevedo, rua do Independente, Rua F ou Joaquim Martins Pereira, Miguel José da Silva, Mariano de Campos Maia e Valter Fontana.

“Estamos resolvendo de vez um problema de décadas aqui nesta região. Com essa obra, vamos evitar novos prejuízos financeiros, além de garantir segurança para os nossos munícipes aqui da região da Manga”, completa Moretti.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Entre lágrimas, abraços e esperança: Histórias de quem dedica a vida ao cuidado da população

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“Eu saí no quintal para chorar”. A frase simples, dita pela Agente Comunitária de Saúde, Francisca dos Santos Barata, carrega quase duas décadas de dedicação ao cuidado com o próximo. Aos 70 anos, Francisca revive na memória uma das cenas mais marcantes da sua trajetória: a visita a uma moradora encontrada debilitada, sozinha, desidratada e tomada por piolhos dentro da própria casa, na região do Capão Grande.
Agente Comunitária de Saúde da Unidade Maria José Pedrosa, do bairro Capão Grande, desde 2007, Francisca lembra que, ao ver a situação da paciente, sentiu o coração apertar. Voltou ao local junto com a enfermeira-chefe da unidade, e juntas, iniciaram um verdadeiro mutirão de cuidado humano. Deram banho na paciente, limparam a casa, providenciaram roupas e lençóis e passaram a acompanhá-la constantemente.
“Eu peguei roupa da minha casa para ajudar ela. A gente acompanhava, fazia visitas, conversava. Ela estava em depressão por problemas familiares”, relembra emocionada.
O cuidado contínuo mudou a vida da moradora, que conseguiu superar o quadro de abandono e reconstruir a própria história. Hoje vivendo no Rio Grande do Sul, ela mantém contato frequente com Francisca e costuma repetir uma frase que emociona a agente até hoje: “Se não fosse você, eu não estaria viva”.
Histórias como essas mostram que a rotina dos agentes vai muito além das visitas domiciliares. É um trabalho silencioso, diário e profundamente humano.
CATEGORIA VALORIZADA – No último dia 25, a Prefeitura realizou a posse de 48 Agentes de Combate às Endemias e de 86 Agentes Comunitários de Saúde. A efetivação dos profissionais foi possível após uma articulação inédita conduzida pela prefeita Flávia Moretti (PL), junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), que autorizou a incorporação dos ACS e ACE ao regime estatutário, tornando Várzea Grande o primeiro município do estado a cumprir a Lei Federal nº 14.536/2023 e servindo de referência na valorização e reconhecimento desses profissionais.
Entre os profissionais empossados também estava Suzana Nádia Romão, Agente de Combate às Endemias que iniciou a carreira aos 19 anos e hoje soma 24 anos de atuação. “É um momento de vitória, inexplicável, sem palavras. Só quero agradecer”, disse emocionada durante a cerimônia.
Mas foi ao lembrar de uma história vivida há 16 anos que Suzana traduziu o tamanho do vínculo criado com a comunidade ao longo da profissão.
Ela conta que uma colega de trabalho havia sido vítima de feminicídio. A notícia se espalhou rapidamente e chegou até uma antiga área onde Suzana atuava. No horário de almoço, uma moradora apareceu desesperada na frente da casa dela, pedalando uma bicicleta.
“Ela gritava no meu portão. Quando eu apareci, ela jogou a bicicleta no chão e veio me abraçar com as mãos tremendo, geladas. Ela dizia: ‘Ô minha baixinha, não foi você? Achei que era você que aquele homem tinha matado’”, relembra.
Naquele instante, Suzana chorou junto com a moradora. “Ali eu tive a confirmação de que estava exercendo a profissão que Deus preparou para mim. Eu percebi que estava deixando um legado por onde passava, criando vínculos não só profissionais, mas humanos”, disse.
As histórias de Francisca e de Suzana representam a realidade de centenas de agentes que enfrentam sol, chuva, distância e dores sociais diariamente para garantir dignidade, prevenção e acolhimento à população.
Mais do que profissionais da saúde pública, eles se tornaram presença constante na vida de milhares de famílias — muitas vezes sendo o primeiro abraço, o primeiro cuidado e a primeira esperança dentro de uma casa que não é a deles.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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