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Ônibus reservas são colocados para atender bairros da região Sul

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Diante do impacto causado pela busca e apreensão de 31 ônibus que atendiam Região Sul de Cuiabá, a prefeitura encontrou uma solução emergencial para evitar que a população ficasse com transporte comprometido.

Desde que foi informada sobre a ação judicial contra a empresa Caribus, o prefeito Abilio Brunini determinou que 24 ônibus reservas fossem colocados em circulação para atender bairros como Pedra 90, Jardim Industriário, Recanto dos Pássaros, Nova Esperança, Osmar Cabral, Tijucal e Jardim Imperial. Além disso, ônibus de outras empresas também foram encaminhadas para ajudar no transporte de passageiros da região afetada.

A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), desde o início da manhã, notificou a Caribus e exigiu que a empresa normalizasse a operação e retomasse a frota.

A crise no transporte público tem raízes na gestão anterior. Em 2025, a prefeitura já quitou uma dívida de R$ 8 milhões com a Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (AMTU), referente à compensação das gratuidades tarifárias previstas na legislação.

O prefeito Abilio Brunini reforçou que está tomando todas as medidas necessárias para evitar prejuízos à população e garantir a continuidade do serviço.

Além de colocar os ônibus reservas para suprir a demanda e garantir a volta para casa do cidadão que depende do transporte coletivo, a prefeitura notificou a Caribus e acompanha de perto a situação para garantir que os serviços sejam normalizados.

#PraCegoVer

A imagem que ilustra essa reportagem mostra o trânsito em uma avenida cuiabana, com dois ônibus em destaque, com as cores verde e branco. Na via há outros veículos como motos e carros.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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