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Enfermaria da UPA Verdão passa por interdição temporária para obras de adequação

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através da Secretaria Adjunta de Atenção Secundária informa que o Setor de Observação (Enfermaria) da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste – Verdão, está foi interditado na segunda-feira (2). A medida é necessária para a realização de obras de manutenção e adequação da estrutura física da unidade.

A enfermaria conta com 15 leitos e precisará ser totalmente fechada devido à maior complexidade da reforma. O prazo previsto para a execução dos serviços é de 15 dias. Recentemente, a gestão municipal já concluiu a reforma do box de emergência, dando continuidade agora às melhorias na área de observação.

Durante o período de interdição, a UPA Verdão ficará temporariamente impossibilitada de admitir pacientes com perfil de internação correspondente à enfermaria. Os pacientes que necessitarem de observação ou internação serão encaminhados para a rede hospitalar ou redistribuídos para as demais UPAs da capital, conforme orientação da regulação.

Os casos que demandarem intervenções específicas também serão direcionados para unidades hospitalares ou permanecerão internados em outras UPAs, aguardando vaga, garantindo a continuidade e a segurança da assistência.

A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que a interdição tem caráter excepcional e temporário, sendo fundamental para assegurar melhores condições de atendimento, mais segurança aos usuários e profissionais de saúde, além de contribuir para a qualificação da estrutura e dos serviços prestados na unidade.

A SMS reforça que toda a rede permanece organizada para absorver a demanda durante o período da obra, sem prejuízo ao atendimento da população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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