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Ação na Asmats garante atualização do CadÚnico e prova de vida para catadores em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou, na última semana, uma ação na Associação de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis Mato Grosso Sustentável (Asmats), com o objetivo de garantir o acesso dos associados aos serviços do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Durante a iniciativa, foram realizados atendimentos para atualização e inclusão cadastral, além da prova de vida e outros serviços essenciais, assegurando que os trabalhadores da associação mantenham o acesso aos benefícios sociais.

“Nós visitamos a Asmats para atualização e também para o credenciamento dos associados no Cadastro Único. Realizamos ainda prova de vida e outros serviços”, destacou a coordenadora do Cadastro Único, Cristiane de Oliveira.

A Secretaria Municipal de Assistência Social reforça que manter os dados do CadÚnico atualizados é fundamental para garantir a continuidade do acesso aos programas sociais destinados às famílias em situação de vulnerabilidade.

O CadÚnico é a principal ferramenta do Governo Federal para identificar a realidade socioeconômica da população de baixa renda e, com base nessas informações, direcionar políticas públicas e ações sociais de forma mais eficiente.

Dados desatualizados podem resultar no bloqueio, suspensão ou até cancelamento de benefícios. Por isso, é essencial que o responsável familiar procure o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) sempre que houver mudanças na composição familiar ou na renda.

Entre as situações que exigem atualização cadastral estão: nascimento ou falecimento de membros da família, mudança de endereço, troca de escola das crianças, alteração de renda, mudança de emprego ou quando algum integrante deixa de residir no domicílio. Mesmo sem alterações, a recomendação é que o cadastro seja revisado periodicamente, conforme orientações do Governo Federal.

A Prefeitura destaca ainda que o serviço de cadastramento e atualização do CadÚnico é gratuito e realizado de forma contínua no município, inclusive com visitas domiciliares, quando necessário.

Onde realizar inscrição e atualização do CadÚnico em Várzea Grande:

• Secretaria Municipal de Assistência Social – setor Cadastro Único
Rua Castelo Branco, s/nº, bairro Centro Sul
Horário: das 8h às 17h

• CRAS Norte – Jardim Glória
Rua Júlio Domingos de Campos, s/nº, bairro Jardim Glória
Horário: das 8h às 17h

• CRAS Leste – Cristo Rei
Rua Profª Isabel Pinto, s/nº, bairro Cristo Rei
Horário: das 8h às 17h

• CRAS Sul – Santa Maria
Rua Santa Edwiges, s/nº, bairro Santa Maria
Horário: das 8h às 17h

• CRAS Oeste – São Mateus
Rua 20, Lotes 17 e 18, bairro São Mateus
Horário: das 8h às 17h

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Dólar sobe para R$ 5,11, e bolsa fica estável, apesar de tensão global

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O dólar fechou em leve alta frente ao real, o Ibovespa interrompeu uma sequência de três semanas de ganhos e o petróleo disparou quase 5% nesta sexta-feira (17), em um dia marcado pela escalada do conflito no Oriente Médio. O pessimismo com empresas de inteligência artificial também influenciou as negociações em todo o planeta.

O avanço das cotações do petróleo amenizou as perdas da moeda brasileira e sustentou ações da Petrobras, mas foi insuficiente para impedir a queda da bolsa brasileira.

Principais números:

  • Dólar à vista: +0,24%, a R$ 5,111;
  • Ibovespa: -0,06%, aos 173.714,08 pontos;
  • Petróleo Brent: +4,59%, a US$ 88,10 o barril;
  • Petróleo WTI: +4,48%, a US$ 82,49 o barril.

Câmbio

O dólar acompanhou o fortalecimento da moeda estadunidense diante das divisas de países emergentes em uma sessão dominada pela aversão ao risco. A intensificação dos confrontos entre Estados Unidos e Irã elevou a procura por ativos considerados mais seguros, favorecendo a moeda norte-americana.

A divisa chegou à máxima de R$ 5,133 por volta das 10h30, mas perdeu força ao longo da tarde e encerrou o dia cotada a R$ 5,111, com alta de R$ 0,24%. Na semana, a variação foi praticamente nula, com o dólar caindo 1% frente ao real em julho. Em 2026, a moeda acumula desvalorização de 6,88%.

Apesar do cenário externo desfavorável, o real teve desempenho melhor que o de outras moedas emergentes. O avanço das cotações do petróleo beneficiou a perspectiva para os termos de troca do Brasil, importante exportador da commodity, reduzindo parte da pressão cambial. O aumento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros permaneceu em segundo plano para os investidores.

Mercado de ações

O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou a sexta-feira com leve queda de 0,06%, aos 173.714,08 pontos, confirmando a primeira perda semanal em um mês. O índice chegou a operar em alta durante parte do pregão, mas perdeu força à medida que os juros futuros avançaram e as ações ligadas ao consumo passaram a liderar as perdas.

O desempenho da Petrobras, impulsionado pela valorização do petróleo, limitou as perdas do principal índice da B3. Em contrapartida, ações de bancos recuaram em bloco, enquanto empresas dos setores de varejo, construção civil e educação figuraram entre as maiores baixas.

Além da tensão geopolítica, investidores acompanharam a desaceleração da atividade econômica brasileira medida pelo (IBC-Br) de maio e os efeitos do aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

No exterior, a queda das ações de fabricantes de chips e empresas ligadas à inteligência artificial também pressionou os mercados globais, reforçando o movimento de migração para ativos com risco menor.

Petróleo

Os contratos internacionais de petróleo registraram forte alta após a intensificação dos ataques entre Estados Unidos e Irã e o aumento das preocupações com possíveis interrupções no transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de exportação de petróleo do mundo.

O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, avançou 4,59%, encerrando o dia a US$ 88,10 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 4,48%, para US$ 82,49.

As duas referências acumulam valorização próxima de 16% na semana, refletindo o receio de que a escalada do conflito provoque novos choques de oferta e mantenha elevada a pressão sobre os preços da energia, com potencial impacto sobre a inflação global e as expectativas para a política monetária das principais economias.

*Com informações da Reuters



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