Polícia
PM resgata adolescente vítima de sequestro e tortura e prende dois faccionados em Cáceres
Polícia
Equipes policiais do 6º Batalhão, Força Tática e Batalhão de Operações Especiais (Bope) resgataram uma adolescente, de 17 anos, que estava sendo alvo de um tribunal do crime de uma facção criminosa, na noite desta terça-feira (14.4), em Cáceres. Na ação, duas pessoas foram presas por sequestro, cárcere privado e tortura.
Conforme o boletim de ocorrência, os militares receberam denúncias sobre uma suposta sessão de tortura em uma residência, no bairro Cavalhada 3. Segundo as informações, populares afirmaram estarem ouvindo gritos vindos de uma casa.
Os policiais seguiram ao endereço e encontraram alguns suspeitos já reconhecidos por crimes envolvendo facções, que fugiram ao verem os militares. Em seguida, as equipes entraram na casa e encontraram a adolescente amarrada pelas mãos e pés, além de um homem e uma mulher, que foram detidos.
Em relato à PM, a jovem afirmou que foi atraída até o endereço pela suspeita para uma conversa. Chegando no local, foi rendida e torturada pelos criminosos, que faziam chamada de vídeo com outros faccionados.
A adolescente relatou ainda que os suspeitos a obrigavam a repassar informações sobre um suposto membro de facção rival, sob ameaça de morte caso não colaborasse
Dentro do imóvel, também foram encontrados e apreendidos celulares, facas e a quantia de mais de R$ 500,00 em dinheiro.
Os dois faccionados receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Polícia Civil prende investigado por crime de perseguição e violência psicológica
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nessa segunda-feira (01.6), um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão, em Barra do Garças, em apoio à Operação Conduta Obsessiva, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás para investigar um homem, de 31 anos, suspeito do crime de stalking e violência psicológica contra uma jovem e diversos integrantes de seu núcleo familiar.
Os mandados foram expedidos pela Comarca de Goiânia (GO), após investigação conduzida pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) da Polícia Civil de Goiás, e cumpridos pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças.
Segundo as investigações, os crimes tiveram início em 2021, quando a vítima principal ainda era adolescente. Desde então, o investigado teria desenvolvido um comportamento persistente e invasivo, marcado pelo envio de presentes não solicitados, mensagens reiteradas, declarações amorosas não correspondidas e tentativas constantes de aproximação.
Com o passar do tempo, a perseguição teria ultrapassado a esfera da vítima principal e alcançado diversos integrantes de sua família. O investigado passou a localizar números de telefone, perfis em redes sociais e outras informações pessoais de familiares, intensificando os contatos por meio de mensagens, áudios, fotografias e envio de presentes.
As investigações revelaram um padrão de comportamento reiterado ao longo de aproximadamente quatro anos, período em que as vítimas relataram crescente sensação de insegurança, invasão de privacidade e temor diante da insistência e da escalada das condutas praticadas. O investigado já responde a processo criminal pela prática do crime de tentativa de homicídio.
Nessa segunda-feira (01), o suspeito compareceu espontaneamente à Derf de Barra do Garças, acompanhado de um familiar, para prestar interrogatório ao delegado responsável pelas investigações em Goiás. O ato foi realizado por meio de videoconferência, ocasião em que foram colhidas as declarações do investigado no âmbito do inquérito policial.
Após o encerramento do interrogatório, o suspeito foi informado sobre a existência dos mandados judiciais expedidos em seu desfavor. Em seguida, equipes da Derf realizaram o cumprimento das ordens judiciais, efetuando a prisão preventiva.
Concluídas as medidas judiciais, o preso foi submetido aos procedimentos legais e administrativos cabíveis e permanece à disposição do Poder Judiciário.
O nome da operação, Conduta Obsessiva, faz referência ao padrão comportamental do investigado, caracterizado por insistência prolongada, monitoramento indevido da rotina das vítimas e busca incessante por aproximação, mesmo diante da ausência de qualquer vínculo ou reciprocidade.
(Com informações da Assessoria da Polícia Civil de Goiás)
Fonte: Policia Civil MT – MT
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