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Saída de Juarez Costa é “grande perda” para o MDB, avalia Juca do Guaraná Filho

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A saída do deputado federal Juarez Costa do MDB, com destino ao Republicanos, foi classificada como uma “grande perda” pelo deputado estadual Juca do Guaraná Filho, durante entrevista concedida nesta quarta-feira (18) ao programa Revirada MT.

Segundo Juca, Juarez construiu uma trajetória sólida dentro do partido, o que torna sua desfiliação ainda mais significativa para a sigla.

“Foi uma grande perda. O Juarez tem uma história de 25 anos no MDB, três mandatos como deputado federal. Então, sem dúvida, é um nome importante que deixa o partido”, afirmou.

Apesar do impacto, o parlamentar destacou que o MDB já se movimenta para recompor seus quadros, sob a liderança da deputada estadual Janaína Riva, presidente da sigla em Mato Grosso.

“Agora cabe à Janaína buscar um nome forte para substituir. Ninguém é insubstituível, mas precisamos de alguém com força semelhante para manter uma chapa competitiva”, pontuou.

Juca ainda ressaltou que, mesmo com a baixa, o partido trabalha para manter sua competitividade nas eleições de 2026, especialmente na disputa por vagas na Câmara Federal



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Medida Provisória destina R$ 13,3 bi para setor agropecuário e programa Desenrola Adimplentes

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O Congresso Nacional analisa a Medida Provisória 1377/26, que abre crédito extraordinário de R$ 13,3 bilhões no Orçamento de 2026, principalmente para projetos de desenvolvimento tecnológico no setor agropecuário.

O conteúdo da MP estava quase todo contido em um projeto de lei (PLN 17/26). Apesar de o projeto ter sido aprovado pela Comissão Mista de Orçamento, ainda teria que ser votado no Plenário do Congresso Nacional para ter validade. Como o Congresso entrará em recesso parlamentar, o governo decidiu editar a MP com os seguintes pontos:

  • subvenção econômica aos produtores independentes de cana-de-açúcar da Região Nordeste que sofreram prejuízos econômicos decorrentes da tributação adicional sobre exportações brasileiras impostas pelos Estados Unidos ou de eventos climáticos extremos;
  • financiamento, por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), de projetos de desenvolvimento tecnológico de produtores rurais, sob a forma de empréstimos de longo prazo;
  • financiamento a beneficiários do Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro de Tomadores de Crédito Adimplentes (Desenrola Adimplentes);
  • financiamento a beneficiários adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa Nacional de Incentivo Financeiro à Adimplência no Fies (Fies Empreendedor).

O governo informou que cerca de R$ 9 bilhões dos recursos necessários sairão do superávit financeiro de 2025 e outros R$ 4 bilhões de excesso de arrecadação.

No PLN 17, há a destinação de R$ 1,3 milhão para uma contribuição voluntária do país à Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Já a medida provisória traz uma contribuição voluntária de R$ 15 milhões da Advocacia-Geral da União (AGU) à Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Próximos passos
A medida provisória será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Pierre Triboli



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