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Saída de Juarez Costa é “grande perda” para o MDB, avalia Juca do Guaraná Filho

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A saída do deputado federal Juarez Costa do MDB, com destino ao Republicanos, foi classificada como uma “grande perda” pelo deputado estadual Juca do Guaraná Filho, durante entrevista concedida nesta quarta-feira (18) ao programa Revirada MT.

Segundo Juca, Juarez construiu uma trajetória sólida dentro do partido, o que torna sua desfiliação ainda mais significativa para a sigla.

“Foi uma grande perda. O Juarez tem uma história de 25 anos no MDB, três mandatos como deputado federal. Então, sem dúvida, é um nome importante que deixa o partido”, afirmou.

Apesar do impacto, o parlamentar destacou que o MDB já se movimenta para recompor seus quadros, sob a liderança da deputada estadual Janaína Riva, presidente da sigla em Mato Grosso.

“Agora cabe à Janaína buscar um nome forte para substituir. Ninguém é insubstituível, mas precisamos de alguém com força semelhante para manter uma chapa competitiva”, pontuou.

Juca ainda ressaltou que, mesmo com a baixa, o partido trabalha para manter sua competitividade nas eleições de 2026, especialmente na disputa por vagas na Câmara Federal



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Hermes Klann defende negociação em vez de PEC que acaba com escala 6×1

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Ao discursar em Plenário nesta segunda-feira (31), o senador Hermes Klann (PL-SC) criticou duas matérias em análise na Casa: a PEC 221/2019, que acaba com a escala de trabalho conhecida como 6×1, e a MP 1.357/2026, que deu fim à chamada “taxa das blusinhas”.

Ao tratar da PEC 221/2019, ele disse ser favorável a mais tempo de descanso para o trabalhador, mas argumentou que mudanças na jornada de trabalho devem ser definidas por meio de negociação entre trabalhadores e empregadores — em vez de serem determinadas por lei.

— Sou contra transformar uma discussão legítima em uma solução única. Acredito na liberdade de escolha, no diálogo e na negociação entre as partes. Trabalhadores e empregadores precisam ter voz. Cada setor tem uma realidade, e o que funciona para uma indústria pode não funcionar para um restaurante. Não existe uma jornada igualmente adequada para todas as atividades. Por isso, defendo a negociação coletiva — declarou.

O senador também afirmou que a redução da jornada pode aumentar o custo da hora trabalhada e, assim, elevar os custos de produção, levando à redução dos investimentos e ao aumento de preços em alguns setores. Esse cenário, salientou, pode prejudicar o poder de compra dos trabalhadores.  

Sobre a MP 1.357/2026 (medida provisória que “zerou” o Imposto de Importação para compras de até US$ 50), ele observou que a discussão sobre a matéria deve considerar os efeitos sobre comerciantes, indústrias e empregos no país.

— Não quero proteger o empresário brasileiro da concorrência. Quero proteger o empresário brasileiro da concorrência desleal. Não podemos olhar apenas para o preço da blusinha. Precisamos olhar para o emprego que existe atrás da blusinha — destacou.

Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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