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PF desarticula grupo criminoso especializado em fraude previdenciária

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Teresina/PI. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (26/2), a Operação Falso Exame, desarticulando um grupo criminoso especializado na falsificação e no uso de laudos e de atestados médicos falsos para a obtenção de benefícios previdenciários por incapacidade. Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Teresina/PI após ordens judiciais expedidas pelo Juízo da 3ª Vara Federal da capital piauiense.

A investigação teve origem a partir de denúncia apresentada por médicos e por donos de clínicas que tiveram os seus dados utilizados indevidamente nos documentos falsificados. Os documentos médicos falsos eram apresentados em perícias médicas judiciais determinadas pela Justiça Federal para a instrução de processos judiciais ajuizados em face do INSS.

A operação policial decorre de investigação desenvolvida no âmbito da Força Tarefa Previdenciária no Estado do Piauí, integrada pela Polícia Federal e pela Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social.

O grupo criminoso é inicialmente formado por um advogado e quatro intermediários. A Comissão de Prerrogativas da OAB acompanhou o cumprimento dos mandados judiciais nos endereços do advogado investigado.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, de associação criminosa, de falsidade ideológica, de uso de documento falso, além de outros que possam ser identificados ao logo do processo investigatório.

Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí
Fones: (86) 3089-9960 (WhatsApp)
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissões debatem política nacional de atenção às imunodeficiências primárias; participe

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As Comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; e de Educação da Câmara dos Deputados realizam, nesta quinta-feira (23), audiência pública para discutir a criação de uma política nacional de atenção integral às imunodeficiências primárias.

As imunodeficiências primárias referem-se ao grupo de doenças genéticas e hereditárias que afetam o desenvolvimento ou o funcionamento do sistema imunológico.

A reunião será realizada no plenário 9, às 14 horas.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela é autora do Projeto de Lei 1778/20, que prevê a implementação dessa política nacional, com foco no diagnóstico precoce, no acesso ao tratamento e no fortalecimento da rede de atenção especializada.

A parlamentar ressalta que milhares de brasileiros convivem com doenças genéticas raras, muitas vezes sem diagnóstico ou com diagnóstico tardio, o que pode agravar o quadro clínico e dificultar o tratamento adequado.

Da Redação – MO



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