Mato Grosso

Corpo de Bombeiros inaugura nova unidade em Canarana neste domingo (15)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) inaugura, neste domingo (15.2), às 10h (horário de Brasília), a sede do 6º Núcleo Bombeiro Militar (6º NBM), no município de Canarana (a 643 km de Cuiabá). A unidade beneficiará diretamente quatro municípios da região Nordeste do estado.

Fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Corpo de Bombeiros Militar, e a Prefeitura de Canarana, a nova unidade operacional integra um conjunto de ações do Estado voltadas à ampliação e qualificação dos serviços de emergência prestados à população.

Ao todo, foram investidos cerca de R$ 5 milhões na implantação, estruturação e operação da unidade. Desse montante, R$ 3,8 milhões correspondem a investimentos operacionais, entre viaturas de combate a incêndio, de atendimento pré-hospitalar, de salvamento e resgate, além de equipamentos e efetivo.

A unidade beneficiará diretamente os municípios de Canarana, Ribeirão Cascalheira, Serra Nova Dourada e Novo Santo Antônio.

Com essa nova entrega, o Corpo de Bombeiros Militar passa a contar com 28 unidades operacionais, incluindo o Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), distribuídas em 26 municípios de Mato Grosso, ampliando o atendimento à população mato-grossense.

Participam da inauguração o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra; o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri; e o prefeito de Canarana, Vilson Biguelini.

Serviço
Corpo de Bombeiros inaugura nova unidade em Canarana neste domingo (15)
Data: Domingo (15.2)
Horário: 10h (Horário de Brasília)
Local: 6º NBM – Avenida Rio Grandes do Sul, Nº 1201, Bairro Flamboyant 1, Canarana

Fonte: Governo MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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