Política
Leis de Botelho fortalecem proteção à infância e valorizam o Carnaval em MT
Política
O deputado estadual Eduardo Botelho (União) é autor de duas importantes leis que fortalecem o Carnaval em Mato Grosso sob os aspectos da proteção social, da valorização cultural e do desenvolvimento econômico. As normas tratam tanto da segurança de crianças e adolescentes durante as festividades quanto da inclusão do Carnaval Regional fora de época no calendário oficial do Estado.
A Lei nº 12.726/2024 estabelece medidas preventivas voltadas à proteção dos direitos das crianças e dos adolescentes nas festas populares e no Carnaval em todo o território mato-grossense. A legislação determina a realização de ampla campanha de sensibilização, com participação do Poder Público e da sociedade civil, para prevenir violências praticadas contra crianças e adolescentes nos períodos que antecedem as grandes festividades.
Para garantir a efetividade das ações, a norma prevê articulação entre os órgãos gestores das áreas de saúde, educação, assistência social e turismo, juntamente com a rede de proteção à criança e ao adolescente, conselhos tutelares, comissões e comitês de enfrentamento à violência. Também estabelece a distribuição de material informativo a bares, conveniências e estabelecimentos situados no entorno dos eventos, alertando sobre o cumprimento das legislações vigentes. Como medida de prevenção, assegura a presença de policiamento e do Corpo de Bombeiros nos locais de realização das festas, além de orientar sobre a adequação do repertório musical conforme a faixa etária, evitando conteúdos de apologia ao sexo ou à violência.
Já a Lei nº 12.396/2024 inclui no calendário oficial de eventos do Estado o Carnaval Regional fora de época, a ser comemorado anualmente no mês de setembro. A iniciativa tem como objetivo estimular o turismo, promover lazer à população e impulsionar a economia, com geração de empregos e incremento na comercialização de produtos e serviços. A legislação também estabelece que os festejos devem valorizar a cultura local, resgatando tradições e histórias do povo mato-grossense, com participação das ligas, agremiações e blocos carnavalescos, associações de dança e folclore, além da Secretaria de Estado responsável pela área cultural.
Para Eduardo Botelho, as duas leis refletem um compromisso com o desenvolvimento aliado à responsabilidade social. “O Carnaval é uma manifestação cultural importante, que movimenta a economia, gera emprego e fortalece a identidade do nosso povo. Mas também precisamos garantir que seja um ambiente seguro, especialmente para nossas crianças e adolescentes. Essas leis asseguram que a festa aconteça com organização, respeito e proteção às famílias mato-grossenses”, destacou o parlamentar.
Com as iniciativas, o deputado reforça a defesa de políticas públicas que conciliam incentivo à cultura, fortalecimento do turismo e cuidado com as pessoas, promovendo um Carnaval mais estruturado, inclusivo e seguro em Mato Grosso.
Fonte: ALMT – MT
Política
Abilio pede desculpas a Erika Hilton após acordo com a PGR por episódio na CPMI
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), publicou um pedido público de desculpas à deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) após firmar uma transação penal oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A retratação está relacionada a um episódio ocorrido durante a CPMI dos atos de 8 de Janeiro, em julho de 2023.
A manifestação foi publicada nas redes sociais de Abilio na segunda-feira (28) e integra as condições estabelecidas no acordo. No texto, o prefeito reconheceu que teve uma conduta inadequada durante a discussão e afirmou que suas declarações atingiram a honra da parlamentar.
“Venho a público pedir desculpas à Deputada Federal Érika Hilton pela minha conduta inadequada e desrespeitosa”, escreveu Abilio na publicação.
O caso teve origem em 11 de julho de 2023, quando Abilio ainda era deputado federal por Mato Grosso e participava da 8ª reunião da CPMI do 8 de Janeiro, realizada no Senado Federal. Durante uma discussão entre os parlamentares, uma fala atribuída a Abilio, feita fora do microfone, gerou reação de integrantes da comissão.
Na época, parlamentares acusaram o então deputado de ter feito uma manifestação ofensiva contra Erika Hilton. Abilio negou as acusações e contestou a interpretação dada ao episódio.
Em dezembro de 2024, a Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia contra Abilio ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta prática de injúria contra a deputada. O caso ficou sob relatoria da ministra Cármen Lúcia.
A partir da análise do caso, foi considerada a possibilidade de aplicação de transação penal, mecanismo que permite o encerramento da questão mediante o cumprimento de condições estabelecidas no acordo. A retratação pública foi uma das medidas previstas na negociação com a PGR.
A publicação feita agora ocorre mais de três anos depois do episódio na CPMI. Abilio não acrescentou outros comentários políticos ao pedido de desculpas divulgado nas redes sociais.
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