Mato Grosso
Operação prende mais de 88 motoristas por embriaguez ao volante no fim de semana
Mato Grosso
Operações Lei Seca terminaram com a prisão de 88 condutores por embriaguez ao volante neste final de semana. As operações foram realizadas em sete municípios de Mato Grosso.
O balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) mostrou que foram fiscalizados 896 veículos e realizados 900 testes de alcoolemia que geraram 563 Autos de Infração de Trânsito (AIT).
Dentre as autuações de trânsito estão, 126 por conduzir veículo sob efeito de álcool e 53 por recusar a passar pelo exame. Ao todo, 190 veículos foram removidos.
As operações aconteceram em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Alta Floresta e Tangará da Serra e Nova Mutum, entre sexta-feira (30.1) e domingo (1.2).
No interior, a Lei Seca é desenvolvida pelo GGI, vinculado à Secretaria de Segurança Pública, em parceria com as prefeituras e com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito, Politec, Polícia Penal e Sistema Socioeducativos.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
TJ nega recurso e mantém condenação de réu a 42 anos por homicídio
A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou o recurso de apelação interposto pela defesa de Alex Júnior Cardoso e manteve a condenação a 42 anos, nove meses e sete dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de 824 dias-multa, pelo homicídio de Clever Luciano Venâncio, reconhecido como praticado em contexto de homofobia. Alex foi julgado pelo Tribunal do Júri de Rio Branco (a 356 km de Cuiabá), em dezembro de 2025.O Conselho de Sentença condenou o réu pelos crimes de homicídio qualificado, furto majorado, tráfico de drogas e organização criminosa armada, ao reconhecer a materialidade e a autoria dos delitos. Conforme decidido pelos jurados, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante dissimulação e com o emprego de arma de fogo de uso restrito e resultou em uma pena de 29 anos, 9 meses e 9 dias de reclusão.Ao votar pela manutenção da sentença, em abril de 2026, o desembargador relator Wesley Sanchez Lacerda afirmou que “não há qualquer ilegalidade ou injustiça na aplicação da pena, que se mostra compatível com a gravidade dos fatos”. O magistrado também reforçou que “o agir do acusado se revestiu de grau acentuado de censurabilidade, na medida em que dirigido contra a vítima em contexto que evidenciou intolerância e desprezo por característica pessoal sensível, historicamente marcada por estigmatização e violência”.O crime ocorreu em junho de 2024, na zona rural de Lambari D’Oeste, quando Alex Júnior Cardoso atraiu Clever Luciano Venâncio para um local isolado após simular interesse sexual. Segundo os autos, o réu agiu de forma planejada e utilizou uma arma de fogo de uso restrito para matar a vítima. Após o homicídio, ele se apropriou de pertences de Clever, incluindo dinheiro e bens pessoais, e fugiu do local.
Foto: Freepik.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Economia4 dias atrásMinistério restringe tarifas e limita custo do crédito consignado
-
Política4 dias atrásComissão aprova programa de apoio à educação popular, com cursos gratuitos
-
Política4 dias atrásComissão aprova redução de impostos em importação de equipamentos para automobilismo e motociclismo
-
Política4 dias atrásComissão discute desafios do setor de telecomunicações
-
Cidades7 dias atrásMulheres do Projeto Lutadoras iniciam jornada de defesa pessoal e fortalecimento em Cuiabá
-
Política4 dias atrásComissão aprova direito ao letramento digital para pessoas idosas
-
Esporte7 dias atrásSão Paulo vence o Juventude no Morumbis, mas sai sob vaias e clima de pressão
-
Esporte7 dias atrásCorinthians vence o Barra e abre vantagem na Copa do Brasil



