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Segunda edição da Feira Cultural do Japão 2026 terá estrutura ampliada
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Após marcar a retomada histórica do evento em 2025, a Feira Cultural Japão de Cuiabá retorna ainda maior em março de 2026, reafirmando seu papel como um dos principais encontros culturais da capital. A segunda edição do festival será realizada de 26 a 29 de março, no Museu do Rio, no bairro do Porto, e promete quatro noites de intensa imersão na cultura oriental, unindo tradição, inovação, entretenimento e oportunidades econômicas.
Segundo o coordenador do festival, Rafael Yonekubo, a edição 2026 representa um salto qualitativo e estrutural. A organização prepara uma estrutura significativamente ampliada, com mais de 30 operações de alimentação e cerca de 60 operações de bazar e artesanato, reunindo produtos orientais e regionais. A proposta é oferecer ao público uma experiência completa, capaz de dialogar com diferentes gerações e perfis, ao mesmo tempo em que fortalece a economia criativa e o empreendedorismo local.
Agilidade e organização na compra de alimentos
A edição de 2026 também será marcada por avanços significativos na organização e na logística do evento. Mantido no Museu do Rio, o festival está sendo planejado para receber um público ainda maior, com estrutura ampliada e soluções pensadas para garantir conforto, fluidez e melhor experiência aos visitantes.
Entre as melhorias previstas estão a disponibilização de estacionamento em um terreno localizado do outro lado da via, uma praça de alimentação mais bem distribuída e organizada e a implantação de um sistema de compra volante, que permitirá ao público adquirir produtos em diferentes pontos do evento e realizar a retirada de forma ágil, mediante ficha, reduzindo filas e otimizando o atendimento.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fernando Medeiros, destaca que o sucesso da edição anterior foi determinante para a consolidação do evento no Museu do Rio. Segundo ele, a Associação Nipo optou por manter o local como palco da feira, desta vez com mudanças significativas na estrutura.
“Com o retorno bem-sucedido da Feira Cultural do Japão, decidiu-se manter o Museu do Rio, mas com avanços importantes, como o aumento considerável das vagas de estacionamento, a ampliação das operações de alimentação, a implantação do sistema de compra volante de fichas e uma programação ainda mais robusta. É um evento que simboliza a união das culturas cuiabana e japonesa, e isso nos deixa muito satisfeitos”, afirmou.
As mudanças refletem o amadurecimento do festival após a expressiva adesão do público na edição anterior e reforçam o compromisso da organização em oferecer um evento mais estruturado, seguro e acolhedor, sem abrir mão da identidade cultural que marcou o sucesso da Feira Cultural Japão de Cuiabá.
Shows, performances e concursos celebram a cultura japonesa
A programação cultural também será diversificada e de grande alcance. Estão previstos shows e apresentações musicais com artistas reconhecidos, como o cantor Joe Hirata, presença já consagrada no festival, além das cantoras Akane, japonesa radicada em Cuiabá; Isadora Kataoka e Sayuri, referência no universo anime. O público também poderá acompanhar a apresentação do sanshinista Crystian Proença, instrumento tradicional de Okinawa que simboliza a riqueza da música japonesa.
As expressões artísticas ganham ainda mais destaque com apresentações de Taiko Okinawa e Taiko Tradicional Japonês, além de K-pop, freestyle, desfile e concurso de cosplay e o Desfile J-Fashion, que conecta moda, identidade e cultura pop contemporânea. Outro ponto aguardado é a volta do Miss Nikkei, que reforça o elo entre tradição, representatividade e identidade cultural.
Além do entretenimento, o Festival do Japão 2026 investe fortemente na dimensão educativa e formativa. Estão programados workshops de origami, sanshin e taiko, ampliando o acesso do público a conhecimentos e práticas tradicionais da cultura japonesa, em uma proposta que valoriza o aprendizado, a troca cultural e a vivência coletiva.
Um legado que impulsiona cultura e desenvolvimento
O crescimento do festival é impulsionado pelo êxito da edição anterior, realizada em 2025, quando a Feira Cultural do Japão voltou a acontecer em Cuiabá após dez anos. Na ocasião, o evento foi destacado por autoridades municipais como instrumento de valorização cultural, estímulo ao comércio e ocupação qualificada dos espaços públicos. A iniciativa também contribuiu para revitalizar a região da Orla do Porto, atraindo famílias, turistas e empreendedores.
Esse histórico fortalece as expectativas para 2026, tanto junto ao público quanto entre patrocinadores e parceiros institucionais, que encontram no festival uma plataforma estratégica de visibilidade, relacionamento comunitário e associação a valores como diversidade cultural, sustentabilidade, inclusão e desenvolvimento urbano.
Convite à população e aos parceiros
Com ambiente familiar, programação plural e acesso democrático, o Festival do Japão 2026 se apresenta como um evento de interesse público, capaz de unir lazer, cultura e geração de oportunidades. A organização convida a população a marcar na agenda, acompanhar as divulgações e se preparar para viver uma experiência multicultural no coração de Cuiabá.
Empresas e instituições interessadas em apoiar o evento têm, nesta edição ampliada, a oportunidade de integrar um projeto já consolidado, que cresce em público, relevância e impacto social a cada ano.
Ficha resumida para jornalistas:
Evento: Festival do Japão – Feira Cultural Japão de Cuiabá 2026
Data: 26 a 29 de março de 2026
Local: Museu do Rio – bairro Porto, Cuiabá-MT
Programação: cultural, gastronômica, artística e educativa (detalhes a serem divulgados)
A cultura oriental volta a pulsar em Cuiabá, agora em uma edição ainda mais grandiosa.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Limpeza de praças e parques integra rotina de manutenção urbana em Cuiabá
A limpeza e a conservação de praças e parques de Cuiabá seguem um cronograma permanente executado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). Na região central, onde há maior circulação de pessoas, os serviços são realizados de forma mais frequente, mas as ações também se estendem a bairros e espaços públicos de diferentes regiões da capital.
De acordo com o diretor técnico de Resíduos Sólidos da Limpurb, Guilherme Henrique Vinhal Caldas, a manutenção das praças da área central é realizada por meio de um plano de trabalho que contempla serviços como capina, roçagem e varrição. Segundo ele, todas as praças localizadas dentro do perímetro da Avenida Miguel Sutil integram esse planejamento operacional. No entanto, a execução dos serviços ocorre conforme cronograma estabelecido para cada local, enquanto a manutenção diária é concentrada na região central, especialmente no Centro Histórico e áreas circunvizinhas.
“Dentro do plano de trabalho, estão todas as praças do perímetro da Miguel Sutil. Só que essas praças não são feitas diariamente. As que são feitas diariamente são as da região central: Centro Histórico e regiões circunvizinhas. O trabalho nessa área acaba sendo um pouco mais intenso devido ao fluxo de pessoas, que é muito maior”, explicou.
Nas demais regiões da cidade, a Limpurb mantém equipes fixas em pontos considerados estratégicos e também desenvolve cronogramas por grandes áreas. Nas últimas semanas, os serviços contemplaram bairros como Boa Esperança, Santa Rosa e Despraiado, entre outros.
Na prática, as equipes realizam atividades como roçagem, capina, varrição, pintura de meio-fio e recolhimento de resíduos. A encarregada Edinalva Souza Ferreira informou que uma das equipes responsáveis pela manutenção das praças conta com 16 trabalhadores e atuou recentemente em espaços públicos como as praças Alencastro, Clóvis Cardoso, Rachid Jaudy e Santos Dumont, na região central.
Segundo ela, além da rotina diária de manutenção, mutirões são realizados nos fins de semana para reforçar os serviços em áreas que apresentam maior demanda.
Conservação também alcança parques
Durante a apuração, equipes da reportagem encontraram trabalhadores da Limpurb atuando no Parque das Águas, um dos espaços de lazer mais frequentados da cidade. No local, a manutenção é realizada por uma equipe fixa de 15 pessoas, responsável pela limpeza das vias, banheiros, lixeiras, poda de vegetação e acompanhamento das condições da iluminação.
O encarregado do parque, Jailson César da Silva, destaca que um dos principais desafios enfrentados pelas equipes é o descarte inadequado de resíduos, especialmente copos e garrafas deixados próximos ou dentro do lago.
“Pedimos a colaboração da população para que utilize as lixeiras e ajude a manter o parque limpo”, afirmou.
Frequentadores percebem melhorias
Entre comerciantes, trabalhadores e usuários dos espaços públicos, a avaliação predominante é de que a conservação das áreas públicas tem apresentado avanços nos últimos anos.
A comerciante Estela Neves de Arruda, que possui um estabelecimento próximo à Praça Clóvis Cardoso, afirma que a limpeza influencia diretamente a movimentação de pessoas e a imagem da região.
“A higiene é importante para qualquer segmento. No nosso caso, que trabalhamos com alimentação, faz diferença”, disse. Para ela, a ampliação da segurança pública complementaria as melhorias observadas.
O entregador Querubim Salomão, que trabalha na região da Praça Popular, relata que percebe manutenção frequente nos espaços públicos. Segundo ele, a situação atual difere da realidade observada anos atrás, quando algumas áreas apresentavam sinais de abandono.
Já a vendedora Victória Gabrieli avalia que a conservação contribui para aumentar a sensação de segurança. “Quando o espaço está limpo e movimentado, a sensação é de que não está abandonado”, comentou.
Na Praça Clóvis Cardoso, o vigilante Francisco Figueiredo também destaca a importância da manutenção para receber estudantes e frequentadores da biblioteca comunitária instalada no local. “O fluxo de pessoas é grande. É importante que a praça esteja em condições de receber o público”, observou.
Espaços limpos incentivam o uso pela população
A percepção positiva também foi registrada entre frequentadores do Parque das Águas. O estudante Pedro Henrique Silva de Anunciação afirma que encontra o local limpo sempre que o visita e considera a conservação um fator importante para atividades de lazer, exercícios físicos e convivência social.
“O ambiente limpo dá mais conforto para quem vem passear, andar de bicicleta ou praticar atividade física”, disse.
A manutenção contínua das praças e parques faz parte da estratégia de conservação dos espaços públicos da capital. Enquanto as equipes seguem o cronograma de limpeza em diferentes regiões da cidade, gestores e trabalhadores reforçam a necessidade da participação da população para preservar os locais e reduzir o descarte inadequado de resíduos.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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