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Juca do Guaraná solicita à Sinfra estudo técnico para construção de passarela na Avenida da FEB

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) deu mais um passo para viabilizar a construção de uma passarela metálica elevada para pedestres na Avenida da FEB, em Várzea Grande. Além de protocolar indicação ao Governo do Estado, o parlamentar tambem solicitou formalmente à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) a realização de um estudo técnico para a implantação da estrutura. O documento foi protocolado na última quinta-feira (22).

A iniciativa busca oferecer uma solução definitiva para a travessia segura da via, marcada pelo intenso fluxo de veículos e pela ausência de mecanismos adequados para pedestres, o que expõe diariamente moradores, trabalhadores e estudantes a situações de alto risco.

A demanda ganhou ainda mais urgência após o atropelamento que resultou na morte de Ilmes Dalmes Mendes da Conceição, de 71 anos, ocorrido na última terça-feira (20), enquanto ela tentava atravessar a avenida. O trecho registra histórico recorrente de acidentes, muitos deles com vítimas fatais.

Segundo Juca do Guaraná, o estudo técnico solicitado à Sinfra é fundamental para acelerar o processo e garantir que a obra atenda às necessidades da população.

“Já fizemos o pedido formal porque não dá mais para empurrar esse problema. A Avenida da FEB precisa de uma solução técnica, planejada e definitiva para proteger vidas”, afirmou.

O deputado destacou que a proposta prevê uma passarela com acessibilidade, como elevadores ou outros mecanismos adequados, assegurando o direito de ir e vir de todos, especialmente idosos e pessoas com deficiência.

“Essa estrutura não é apenas uma obra de engenharia, é uma resposta concreta a um problema antigo que afeta milhares de pessoas todos os dias”, ressaltou.

Juca do Guaraná reforçou que seguirá acompanhando o andamento do pedido junto à Sinfra e cobrando providências do Executivo estadual.

“Nosso papel é antecipar soluções, não esperar novas tragédias acontecerem. Vou continuar insistindo para que essa obra saia do papel o quanto antes”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT



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Comissão aprova sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a estados e municípios implantar sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde, independentemente do serviço público de limpeza urbana.

Logística reversa envolve coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens.

O sistema deve incluir ações de educação ambiental e, sempre que possível, celebrar parceria com cooperativas de catadores.

Mudanças no texto original
O texto aprovado foi a versão do relator, deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), ao Projeto de Lei 616/24, do deputado Professor Reginaldo Veras (PV-DF).

O projeto original obriga produtores, distribuidores e comerciantes de coco verde a implantar os sistemas de coleta seletiva e logística reversa para o fruto.

A proposta altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que lista os produtos para os quais a logística reversa é obrigatória. Essa logística envolve quem fabrica, importa, distribui e comercializa.

Atualmente, a PNRS já exige logística reversa no caso de agrotóxicos, pilhas e pneus, entre outros itens.

2 bilhões de frutos
O relator afirmou que o Brasil produz quase 2 bilhões de frutos de coco por ano, com cerca de 80% da produção concentrada no Nordeste. Segundo ele, o comércio pulverizado e a informalidade dificultam a criação de um sistema nacional uniforme.

“Uma exigência genérica aplicável a todo o território nacional acabaria, na melhor das hipóteses, não cumprida plenamente”, argumentou.

Segundo Monteiro, o sistema nacional só funcionaria em ambientes controlados, como indústrias processadoras de água de coco ou grandes estabelecimentos comerciais.

“Trata-se não de obrigar os entes à estruturação e implementação da logística reversa, mas de destacar no texto legal a opção de usar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para gerir adequadamente o resíduo do coco verde”, explicou o relator.

Próximos passos
O projeto também já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein



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