Mato Grosso
Seciteci está com vagas abertas para curso técnico em Instrumentação Musical para alunos do Ensino Médio
Mato Grosso
A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), juntamente com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), está com vagas disponíveis para o Curso Técnico de Instrumentação Musical, com ênfase em bandas e fanfarras, na Escola Estadual André Avelino Ribeiro, localizada no bairro CPA 1, em Cuiabá.
As inscrições estão abertas para estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, com matrícula realizada na secretaria da EE André Avelino Ribeiro ou pela plataforma Matrícula Web da Seduc (Acesse Aqui), até 22 de fevereiro (22.2).
Com 35 vagas, a capacitação combina práticas de conjunto, técnica instrumental, teoria musical, percepção musical, arranjos, regência, manutenção de instrumentos e rotinas de ensaio.
A carga horária total será de 1.200 horas, sendo dividida em 12 aulas semanais, no período vespertino, durante três anos, sob a regência de professores especializados da Seciteci.
Durante o curso, os alunos terão contato com instrumentos de percussão e sopro, como: caixa clara, bumbo, xilofone, marimba, vibrafone, bateria, trompete, trombone, tuba entre outros.
O Curso Técnico de Instrumentação Musical é uma das formações ofertadas pela Seciteci na modalidade concomitante intercomplementar, em parceria com escolas da Seduc.
Em 2025, foram 3.475 alunos matriculados nesta categoria. Em 2026, serão esperados 10.580 estudantes, um aumento percentual de 204.46% a mais.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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