Mato Grosso
Alunos do Técnico em Enfermagem da ETEC Cuiabá visitam novo Hospital Central do Estado
Mato Grosso
Nesta quarta-feira (14.1), alunos e professores do curso técnico em Enfermagem da Escola Técnica Estadual (ETEC) de Cuiabá realizaram uma visita ao recém inaugurado Hospital Central do Estado de Mato Grosso, localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.
A unidade hospitalar foi inaugurada em 19 de dezembro de 2025, após a construção ficar 34 anos paralisada e ter sido retomada de forma definitiva em 2020, pela atual gestão do Governo do Estado. A estrutura foi ampliada de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída para atender as demandas de alta complexidade de Mato Grosso.
“A gente ficou abismado pela qualidade de todos os equipamentos, dos quartos e UTIs. Acredito que o trabalho aqui será de alta qualidade por conta da possibilidade de serviço que essa estrutura fornece. Realmente, dentro de Mato Grosso ainda não tínhamos visto um hospital como esse”, afirmou a aluna Melissa Santos da ETEC Cuiabá.
A estudante Mac Suelen Soares também elogiou muito a estrutura do novo hospital. “Achei incrível, principalmente a ala pediátrica. É uma estrutura que vai muito além do que a gente imaginava. O Estado e a população de Mato Grosso vão ganhar muito com esse hospital. Eu só tenho a agradecer ao Governo do Estado e Seciteci por possibilitar essa visita”, disse ela.
Segundo o coordenador do curso, Lucas França, a visita gerou uma grande expectativa nos profissionais que estão se formando agora. “O pessoal teve a oportunidade de conhecer um pouquinho a estrutura e as tecnologias que serão utilizadas no hospital e todos ficaram bem impressionados com a qualidade. Gerando uma expectativa nos nossos alunos poderem fazer estágio supervisionado aqui ou estarem trabalhando um dia no novo hospital”, disse o coordenador.
ETEC Cuiabá
A Escola Técnica Estadual (ETEC) de Cuiabá está vocacionada para cursos na área de Tecnologias da Informação, ofertando cursos técnicos em Desenvolvimento de Sistemas, Informática, Redes, Manutenção e Suporte em Informática, além de cursos diversificados, como Técnico em Administração, Segurança do Trabalho, Recursos Humanos, Enfermagem, dentre outros.
A oferta ocorre através de cursos na modalidade concomitante intercomplementar para estudantes do Ensino Médio em parceria com a Escola Militar Tiradentes, onde o aluno tem aulas do ensino regular e técnico no mesmo período de estudo.
Na modalidade concomitante e/ou subsequente, o curso técnico é ministrado no período noturno para estudantes que estejam cursando 2º ano do Ensino Médio em outra unidade de ensino regular ou que já tenham concluído o Ensino Médio.
A ETEC Cuiabá ainda está com matrículas abertas para o ano letivo de 2026. Para mais informações, os interessados devem acessar a plataforma Matrícula Web da Seduc ou entrar em contato diretamente com a escola, pelo número (65) 9 9971-1176.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Capacitação aborda atuação da Psicologia e do Serviço Social no enfrentamento à violência doméstica
A atuação integrada da Psicologia e do Serviço Social no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher foi debatida em capacitação realizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na tarde desta quinta-feira (16). A atividade teve como público-alvo integrantes das equipes multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.
Promovido por meio da Escola do Servidor e da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), o encontro reúne, entre os dias 15 e 17 de julho, assistentes sociais, psicólogos, profissionais de saúde e da área jurídica para discutir formas de qualificar o atendimento à mulher em situação de violência.
A palestra foi conduzida pela assistente social Bruna Woinorvski de Miranda e pela psicóloga Maristela Sobral Cortinhas, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). As palestrantes abordaram questões como as raízes históricas e sociais da violência contra a mulher e passaram orientações sobre a elaboração de estudos, laudos, relatórios, pareceres, declarações e outros documentos produzidos pelas equipes multidisciplinares.
Ao tratar da contribuição do Serviço Social, Bruna Woinorvski destacou a importância de uma atuação articulada entre diferentes instituições e políticas públicas. Segundo ela, compreender as múltiplas formas de manifestação da violência é fundamental para identificar situações de risco, acolher as mulheres de forma humanizada e garantir a efetivação dos direitos previstos em lei.
“As expressões de violência contra a mulher acabam se manifestando de diversas formas no contexto doméstico e familiar, nas relações íntimas de afeto. E esse é o maior desafio profissional. É preciso acompanhar essas formas de expressões, estar preparado para identificá-las, e assim acolher e fazer um atendimento humanizado às mulheres que necessitam”, apontou.
A psicóloga Maristela Sobral ressaltou que a violência doméstica exige um olhar amplo e sensível por parte dos profissionais. Durante a palestra, ela explicou como a psicologia atua na avaliação das situações vividas pelas mulheres, na elaboração de documentos técnicos e na articulação com a rede de proteção, considerando também aspectos sociais, culturais, econômicos e familiares que influenciam cada caso.
“Abordamos, na verdade, toda a complexidade desse tema, que é a violência doméstica e familiar contra a mulher. Precisamos compreender o que fez a mulher denunciar, solicitar medida protetiva, o que faz ela pedir a revogação da medida e até mesmo a situação daquela mulher que está em um contexto de violência, mas não denuncia”, explicou a psicóloga.
Para as especialistas, momentos de formação como esse fortalecem a atuação das equipes multidisciplinares e contribuem para a troca de experiências entre profissionais que enfrentam desafios semelhantes. A iniciativa busca aprimorar o atendimento prestado às mulheres, crianças e famílias impactadas pela violência doméstica.
“A atuação das equipes multidisciplinares demanda esse conhecimento constante, não só das expressões da violência, mas dos contextos técnicos e normativos também. Eles mudam constantemente. Então, momentos de formação como esses são essenciais para que as equipes se sintam mais capacitadas para abordar essas situações”, completou Bruna Woinorvski.
Autor: Bruno Vicente
Fotografo: Rodrigo Moura
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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