Política
reunião entre líderes em Várzea Grande será para tratar do duodécimo
Política
O presidente da Câmara de Várzea Grande, o vereador Wanderley Cerqueira (MDB), e a prefeita Flavia Moretti (PL) e o empresário e ex-prefeito Tião da Zaeli (PL) realizaram uma reunião no mais absoluto sigilo para discutir, ‘calcanhar de Aquiles’ o duodécimo da Câmara de Vereadores.
Fontes da Prefeitura informaram que a reunião não será para tratar a alta no valor do café.
mas sim, um estreitamento entre ambos os poderes Várzea-grandense. Após duras críticas na gestão da prefeita Flavia, em entrevistas à imprensa, em que Cerqueira vem realizando um trabalho de fiscalização intenso, espera-se que o diálogo resulte em medidas que possam amenizar a tensão entre o Legislativo e o Executivo.
O local da reunião é incerto, mas não será nem a Casa de Leis nem o Paço Couto Magalhães, mas ambos os líderes pretendem, de forma amistosa, degustar um ´bom papo` para que a bandeira da paz volte a reinar no município.
Política
Comissão aprova proposta de porte de arma para corretores de imóveis
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para corretores de imóveis no exercício da profissão.
Com a medida, os corretores de imóveis registrados no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) passam a figurar na lista de categorias com direito ao porte funcional.
A proposta foi aprovada com alterações sugeridas pelo relator, deputado Capitão Alden (PL-BA), que apresentou um substitutivo para o PL 942/26, do deputado Delegado Caveira (PL-PA). O relator optou por alterar o Estatuto do Desarmamento em vez de criar uma lei isolada.
“A atividade do corretor de imóveis, por sua natureza itinerante e pela necessidade de adentrar locais ermos com pessoas desconhecidas, configura-se como atividade de risco que justifica a proteção estatal por meio da autorização para o porte de arma”, justificou Capitão Alden.
Mudanças
Capitão Alden retirou do projeto original a obrigatoriedade de o corretor registrar em agenda ou plano de trabalho seus horários e itinerários para poder portar a arma. De acordo com o parlamentar, essas restrições poderiam dificultar o trabalho do profissional em casos de imprevistos ou novas oportunidades de negócio.
No entanto, o texto aprovado deixa claro que o porte é restrito ao exercício da profissão, não sendo permitido o uso da arma fora de serviço.
O corretor deve seguir as mesmas exigências que já constam do Estatuto do Desarmamento, como a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon
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