Política
Defensoria participa de reunião com TCE-MT para incluir “políticas para mulheres” na aprovação das contas dos municípios
Política
Na última segunda-feira (10), a defensora pública Tânia Regina de Matos representou a DPEMT na reunião com o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, que debateu a capacitação de gestores para a fiscalização de orçamentos públicos destinados às políticas voltadas à proteção das mulheres.
O encontro, que também contou com a presença da vereadora de Cuiabá, Marilda “Baixinha” Giraldelli, teve o anúncio da inclusão de um ponto de controle na análise das contas anuais de governo, com foco na execução dessas políticas públicas.
“A proposta de capacitação para mulheres a fim de acompanhar a execução do Orçamento Sensível ao Gênero é desdobramento do Encontro sobre Orçamento Mulher realizado em setembro do ano passado pela Defensoria Pública em parceria com a Escola Superior e a Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ-MT). Desde aquela ocasião, profissionais que possuem interesse na área vêm diligenciando no sentido de conseguir apoio do TCE para realizar essa formação”, afirmou a defensora, que coordena a ABMC em Mato Grosso.
A medida anunciada pelo TCE-MT busca assegurar que os recursos sejam usados de forma efetiva, visando a redução dos feminicídios de Mato Grosso, que registrou 2,5 mortes para cada grupo de 100 mil mulheres em 2023, o maior índice do país, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
“Finalmente, com auxílio da vereadora Baixinha e das valorosas associadas da ABMCJ-MT, tivemos a oportunidade de nos reunir com o conselheiro Sérgio Ricardo, que não só aprovou a iniciativa como afirmou que irá incluir ‘política para mulheres’ como ponto de controle para aprovação de contas dos municípios. Essa incidência política será um divisor de águas para a vida das mulheres de Mato Grosso”, destacou Tânia.
Política
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
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