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Modernização do CadÚnico: Novas funcionalidades e benefícios em 2025

Milhões de famílias em situação de vulnerabilidade serão beneficiadas por um sistema mais integrado, automatizado e seguro

Publicado em

Economia

Foto: Andréia Araújo/ O Mato Grosso

O Cadastro Único (CadÚnico), essencial para acesso a mais de 40 programas sociais federais, passará por uma ampla reformulação a partir de março de 2025. Esta modernização representa um marco importante na gestão de políticas sociais no Brasil, com foco na eficiência, segurança e acessibilidade. Milhões de famílias em situação de vulnerabilidade serão beneficiadas por um sistema mais integrado, automatizado e seguro, refletindo o compromisso do governo com o fortalecimento das políticas públicas.

Com a nova plataforma, diversas etapas do processo de cadastramento serão otimizadas. A integração de dados com outras bases governamentais e a automação de processos permitirão maior agilidade na concessão de benefícios. Essas melhorias também facilitarão o trabalho dos operadores do sistema, promovendo uma experiência mais eficiente para os cidadãos.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) destacou que as mudanças visam atender as necessidades atuais e futuras das famílias cadastradas, reduzindo desigualdades e fortalecendo a rede de proteção social no país.

Principais mudanças no novo sistema

O CadÚnico passará por atualizações significativas que prometem transformar a forma como os dados são coletados, gerenciados e utilizados. Entre as principais mudanças estão:

Coleta automática de dados: Informações dos cidadãos serão atualizadas automaticamente por meio da integração com o CPF e a Carteira de Identidade Nacional.

Automatização de processos: Redução da necessidade de preenchimento manual e verificação automatizada de elegibilidade para programas sociais.

Maior acessibilidade: Possibilidade de atualizações de dados de forma remota, sem necessidade de deslocamento físico.

Segurança reforçada: A integração com bases de dados governamentais fortalecerá a proteção contra fraudes.

Essas mudanças foram projetadas para reduzir a burocracia e aumentar a confiabilidade do sistema, garantindo que os benefícios cheguem às famílias que mais necessitam.

O CadÚnico desempenha um papel crucial no acesso a benefícios sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Com as mudanças anunciadas, o processo de cadastramento será mais rápido, permitindo que famílias em situação de vulnerabilidade recebam auxílio de maneira mais eficiente. A redução do tempo de espera para concessão de benefícios será uma das principais vantagens da nova plataforma.

Além disso, o reforço na segurança dos dados garantirá maior proteção contra fraudes, proporcionando tranquilidade para os cidadãos. A nova integração de informações permitirá que o sistema identifique de forma mais precisa as necessidades de cada família, contribuindo para uma distribuição mais justa dos recursos.

As melhorias no CadÚnico também representam avanços para o governo, que terá acesso a dados mais precisos para a formulação e monitoramento de políticas públicas. A redução de custos operacionais e a maior eficiência na gestão dos programas sociais são outros benefícios esperados.

Para os cidadãos, o novo sistema significará menor necessidade de deslocamento para centros de atendimento e maior facilidade na atualização de informações. Isso é particularmente importante para famílias que residem em áreas remotas ou enfrentam dificuldades de locomoção.

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IGP-M volta a subir em setembro e acumula alta de 3,34% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 1,57% em setembro deste ano. No mês anterior, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,22%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 3,45% neste ano e de 3,34% em 12 meses. Em setembro de 2025, o IGP-M havia registrado taxas de 0,42% no mês e de 2,82% em 12 meses.

A alta em setembro foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação do atacado, e que passou de uma deflação de 0,34% em agosto para uma inflação de 2,08% em setembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, passou de uma deflação de 0,41% em agosto para uma alta de preços de 0,50% em setembro.

O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Instituto Nacional de Custo da Construção (INCC), teve, em setembro, inflação mais moderada (0,25%) do que em agosto (0,41%).

 



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