“Na Contramão”

Réveillon de Chapada dos Guimarães corre risco de cancelamento

Com público esperado de mais de 70 mil pessoas e risco de proliferação da Covid-19, vereadores cobram providência da Prefeitura

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Prevenção, prudência e normas de biossegurança como forma resguarda a vida da população, assim a maioria dos vereadores de Chapada dos Guimarães estão interferindo nas atividades da Prefeitura que fomenta a realização de eventos em comemoração ao réveillon.

Com o anúncio de outra onda de contaminação pela Covid-19, 22 capitais do Brasil, já anunciaram o cancelamento dos eventos com shows, algumas mantiveram apenas a tradicional queima de fogos, os decretos foram publicados como forma de evitar aglomerações, com objetivo de proteger a população, evitando de milhares de vidas sejam perdidas pelo contágio desta doença.

Na “Baixada Cuiabana”, cidades tradicionais como Santo Antônio de Leverger já anunciaram que o cancelamento das celebrações, como forma de biossegurança, como em Cuiabá, o que poderá legar uma verdadeira multidão de festeiros para cidade.

Com dezenas de mortos na cidade, a preocupação dos vereadores fica por conta de uma contaminação em massa, dois dias de festas podem levar milhares de pessoas para os hospitais, sem falar dos mortos.

Vereadores apontam que a Prefeitura tem a intenção de investir cerca de R$ 500 mil no evento, para a maioria dos parlamentares, gastar meio milhão em algo que poderá prejudicar, colocando em risco a saúde e a vida das pessoas não é aceitável.

Esperando um público acima de 70 mil pessoas, o evento está sendo considerado poderá levar perigo tanto para população, quanto aos visitantes.

A maioria dos vereadores já declararam contra a realização do evento, devido as informações de contaminações e mortes desta nova variante Omicron, que está ocorrente em muitos países de vários continentes.

Com opiniões populares de que Chapada está indo na contramão do objetivo de resguardar a vida da população, o cancelamento do evento é esperado nos próximos dias.

 

Foto: Prefeitura de Chapada dos Guimarães

 

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Saúde

Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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