Saúde
Programa Educacional de Vigilância em Saúde na Fronteiras da Fiocruz
Saúde
Profissionais de saúde têm até 18 de junho para se inscrever no programa. Quem atua na linha de frente no enfrentamento da Covid-19 nas fronteiras também pode participar da seleção para os cursos de mestrado e doutorado. Projeto é parceria com o Ministério da Saúde e a Opas.
Da Redação
Gestores e de profissionais de saúde brasileiros e estrangeiros que atuam nas fronteiras do Brasil com outros países da América do Sul, inclusive os que estão engajados no enfrentamento da Covid-19, têm até o dia 18 de junho para se candidatara uma vaga do Programa Educacional Vigilância em Saúde nas Fronteira (VigiFronteiras – Brasil) promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O prazo de inscrições nos cursos de mestrado e doutorado, que terminaria no dia 30 de abril, foi prorrogado para o dia 18 de junho. A alteração no cronograma foi uma resposta da coordenação acadêmica do programa à dificuldade que os candidatos relataram estarem tendo em reunir alguns documentos necessários para inscrição por conta da pandemia. A nova versão do edital, com o as novas datas das etapas de seleção, está disponível no site formacaovigisaude.fiocruz.br > Editais e no www.campusvirtual.fiocruz.br > Cursos > Programas > VigiFronteiras-Brasil. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
O Programa VigiFronteiras-Brasil é uma oportunidade ímpar para profissionais que trabalham na gestão, na assistência, na vigilância ou na avaliação da qualidade dos serviços ampliarem os conhecimentos, a compreensão da realidade e exercerem suas atividades considerando as singularidades do funcionamento do sistema de saúde desses locais. “Os profissionais que atuam da linha de frente nas fronteiras fazem parte do perfil dessa oferta educacional. O programa também é um espaço para brasileiros e participantes dos outros países se articularem, compartilharem e encontrarem soluções conjuntas para a saúde e a vigilância nas fronteiras, o que e resultará na oferta de serviços mais qualificados para o enfrentamento da situação epidemiológica da região fronteiriça e de emergências sanitárias como a que estamos vivendo nesse momento”, explica Eduarda Cesse, coordenadora do Programa.
O VigiFronteiras-Brasil é gratuito. Estão sendo oferecidas 75 vagas para os cursos de mestrado e de doutorado, que serão ministrados por meio de um consórcio entre os Programas de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e o Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (ILMD/Fiocruz Amazonas), além de docentes da Fiocruz Mato Grosso do Sul. As aulas ocorrerão duas ou três vezes na semana na modalidade remota, mas, ao fim do isolamento social, estas serão adequadas para serem oferecidas durante uma semana a cada mês nos polos determinados para oferta descritos no edital. As aulas do mestrado acontecerão em Campo Grande (MS) e em Tabatinga (AM). As do doutorado em Campo Grande (MS) e em Manaus (AM).
Cerca de 20% das vagas são reservadas para Ações Afirmativas (Cotas) e 80% para Ampla Concorrência (AC). Metade das vagas serão destinadas, preferencialmente, para os candidatos que atuam nas fronteiras nos países sul-americanos, podendo haver remanejamento caso as vagas não sejam preenchidas por candidatos estrangeiros. Não haverá oferta de bolsas. Candidatos de países onde a língua oficial não seja o português ou o espanhol devem dominar um desses dois idiomas para participar dos cursos.
O doutorado tem duração mínima de 24 meses e máxima de 48 meses. Já para o mestrado, o tempo mínimo para conclusão é de 12 meses e máximo de 24 meses. No edital estão listados todos os requisitos para participar, os documentos necessários para inscrição, o novo cronograma e todos os detalhes sobre as três etapas do processo seletivo: prova de inglês, análise curricular e documental e entrevista. É de exclusiva responsabilidade do candidato acompanhar a divulgação das inscrições homologadas e o resultado das três etapas do processo seletivo na mesma página em que se inscreveu.
Por conta da pandemia da Covid-19, a equipe envolvida na seleção está atuando remotamente. Por isso, todas as dúvidas sobre o edital serão respondidas apenas por e-mail. Solicitações de informações e questionamentos sobre o edital devem ser encaminhados para o selecao.vigifronteiras@fiocruz.br.
Dúvidas sobre o edital: selecao.vigifronteiras@fiocruz.br
Saúde
Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo
Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.
O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.
Veja o vídeo:
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