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Juca do Guaraná aparece entre os 10 nomes mais lembrados para deputado estadual em nova pesquisa

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) aparece entre os nomes mais citados pelos eleitores de Mato Grosso na nova pesquisa espontânea do Instituto Data Index sobre a disputa por vagas na Assembleia Legislativa. O parlamentar registra 1,63% das citações no levantamento.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores de Mato Grosso entre os dias 17 e 20 de setembro de 2026 e foi contratada pelo Jogo Político Notícias Ltda. Na modalidade espontânea, os entrevistados indicam livremente o nome de sua preferência para deputado estadual, sem receber uma lista prévia de candidatos.

No cenário apresentado pelo levantamento, Juca aparece na décima colocação entre os 24 nomes mais citados.

Para Juca, a presença do seu nome em mais uma pesquisa espontânea está relacionada à trajetória construída ao longo de sua vida pública, primeiro em Cuiabá e, atualmente, em diferentes regiões de Mato Grosso.

“Recebo esse resultado com muita responsabilidade e gratidão. Meu nome estar sendo lembrado é fruto de uma trajetória construída com muito trabalho e, principalmente, perto das pessoas. Cada conversa, cada município que visitamos e cada demanda que chega até nós, fazem parte dessa caminhada”, afirmou Juca.

O parlamentar iniciou sua trajetória política em Cuiabá, onde exerceu três mandatos como vereador e também presidiu a Câmara Municipal. Na Assembleia Legislativa, ampliou sua atuação para diferentes municípios, com trabalho em áreas como saúde, educação, agricultura familiar, infraestrutura, esporte e inclusão.

“Eu continuo com a mesma disposição que sempre tive: ouvir, trabalhar e buscar soluções para aquilo que a população precisa. A pesquisa é um retrato de um momento, mas o nosso compromisso com Mato Grosso é permanente. Seguimos trabalhando e mostrando aquilo que estamos fazendo”, afirmou.

A pesquisa Data Index realizou 1.600 entrevistas e possui nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado sob o número MT-04351/2026.



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Governo reduz projeção do PIB para 2% em 2026 e 2,3% em 2027

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O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Para 2027, a estimativa também foi revisada para baixo, de 2,5% para 2,3%. As novas projeções constam do Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgado nesta terça-feira (22).

Segundo a SPE, a revisão reflete principalmente os efeitos dos juros ainda restritivos sobre a atividade econômica, com impacto mais acentuado nos setores de serviços e indústria. A equipe econômica também passou a considerar uma trajetória de flexibilização monetária “marginalmente mais gradual do que o previsto” anteriormente.

Inflação em 4,9%

A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 caiu de 5,1% para 4,9%. Apesar da melhora, a estimativa continua acima do teto da meta de inflação, de 4,5%.

A meta contínua estabelecida para o país é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O limite superior, portanto, é de 4,5%.

Segundo a SPE, a revisão incorpora os resultados do IPCA até julho, que ficaram parcialmente abaixo do previsto anteriormente, principalmente no caso dos preços de alimentos consumidos nos domicílios e, em menor medida, dos serviços.

A Fazenda também citou a melhora das expectativas de inflação e a manutenção da Taxa Selic (juros básicos da economia) em nível contracionista, que desestimula a atividade econômica.

“A revisão também incorpora a melhora das expectativas de inflação para 2026, a manutenção da taxa Selic em patamar contracionista ao longo do ano e a desaceleração esperada da atividade econômica no segundo semestre de 2026”, ressaltou a SPE no relatório.

Serviços e indústria

A revisão do crescimento para 2026 foi concentrada principalmente nos setores mais sensíveis às condições de crédito e à demanda doméstica.

As novas estimativas são:

  • Serviços: de 2,4% para 1,8%;
  • Indústria: de 2,1% para 1,7%;
  • Agropecuária: de 1,8% para 2,8%.

A melhora esperada para a agropecuária compensou apenas parcialmente a piora nas projeções para serviços e indústria.

No caso dos serviços, a Fazenda atribui a revisão ao “carrego mais fraco deixado pelo primeiro semestre” e à transmissão, com defasagem, da política monetária sobre a demanda doméstica.

O endividamento das famílias também aparece como fator de restrição ao consumo. Segundo o boletim, embora o endividamento permaneça estável em relação à renda, o comprometimento com o pagamento das dívidas atingiu o maior nível da série histórica no segundo trimestre.

“O comprometimento com o serviço da dívida atingiu o maior nível da série histórica no segundo trimestre, o que limita a conversão do avanço da massa de rendimentos em consumo”, destacou o relatório.

Pressão sobre 2027

Para o próximo ano, o cenário traçado pela Fazenda combina crescimento econômico menor e inflação mais alta em relação às estimativas anteriores.

As projeções passaram a ser:

  • PIB: de 2,5% para 2,3%;
  • IPCA: de 3,6% para 3,8%.

A elevação da previsão de inflação é atribuída, entre outros fatores, aos possíveis efeitos de um El Niño mais intenso sobre a produção agrícola.

O fenômeno climático pode afetar inicialmente os preços de grãos e, posteriormente, exercer pressão sobre outros alimentos, incluindo carnes.

“A projeção para 2027 foi revisada para cima em razão dos efeitos de primeira ordem do El Niño sobre a produção de grãos e de segunda ordem sobre os preços das carnes”, informou a SPE.

Juros e recuperação

A Fazenda também revisou a avaliação sobre o ritmo de transmissão da política monetária para a economia. A expectativa é que os efeitos de eventuais cortes da Selic apareçam gradualmente no crédito, no consumo e nos investimentos.

De acordo com o boletim, a redução dos juros tende a beneficiar setores mais sensíveis ao ciclo econômico.

“A queda da Selic iniciada em 2026 transmite-se gradualmente ao crédito e à demanda doméstica, estimulando a indústria de transformação, a construção e os serviços mais cíclicos”, destacou o documento.

A secretaria também prevê efeitos positivos sobre o investimento à medida que o custo de capital for diminuindo.

Riscos no cenário

Além do comportamento dos juros e da inflação, o documento aponta fatores externos e climáticos que podem alterar as projeções.

Entre os principais pontos de atenção estão:

  • efeitos do El Niño sobre a produção e os preços de alimentos;
  • comportamento do preço do petróleo;
  • condições do crédito para famílias e empresas;
  • ritmo de recuperação da demanda doméstica;
  • desempenho das exportações e da indústria extrativa.

A SPE também destacou que conflitos internacionais podem elevar a volatilidade dos preços de energia e gerar efeitos sobre outras cadeias produtivas.

Parâmetros para o Orçamento

O Boletim Macrofiscal é divulgado periodicamente pela Secretaria de Política Econômica e reúne as principais projeções macroeconômicas utilizadas pelo governo na elaboração e atualização do Orçamento da União. Os números orientarão a elaboração do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, a ser divulgado na próxima quinta-feira (24) pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

O documento apresenta estimativas para indicadores como PIB, IPCA e Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e serve como referência para o planejamento das contas públicas.

As revisões permitem à equipe econômica atualizar os parâmetros utilizados nas projeções de receitas, despesas e demais componentes do planejamento fiscal conforme a evolução do cenário econômico.



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