Saúde
Organização internacional certifica região Noroeste de MT como zona livre de febre aftosa
Saúde
Município de Rondolândia e partes de Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína foram certificados em evento da OIE nesta quinta-feira (27.05)
Da Redação
A Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) reconheceu nesta quinta-feira (27.05), na 88° Assembleia Geral, o município de Rondolândia e partes de Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína, na região Noroeste de Mato Grosso, como zona livre de febre aftosa sem vacinação.
O governador Mauro Mendes ressaltou que a certificação é um passo histórico para o Estado que tem o maior rebanho bovino do Brasil. “A mudança de status sanitário para livre de febre aftosa sem vacinação é um grande impulsionador econômico para o Estado, pois a carne mato-grossense alcançará mercados internacionais com melhores remunerações. Teremos a certificação que comprova que a carne daqui é produzida com sanidade e sustentabilidade”, avaliou.
“Neste momento, temos um rebanho de 400 mil cabeças que estão no status ‘sem vacinação’, de um total de 31 milhões de cabeças de gado, o maior do País. Trabalhamos para que no próximo ano, de acordo com o cronograma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, todo o estado atinja o status de livre de febre aftosa sem vacinação”, disse César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.
Em live após a reunião da OIE, a ministra Tereza Cristina disse que esta é uma importante conquista para a pecuária do Brasil. “Neste momento temos 20% do rebanho bovino brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação. Isto é resultado da total sintonia entre os governos Federal e estaduais. Esta certificação confirma o elevado padrão sanitário da pecuária do País”, enfatizou.

(Foto: MAPA)
A presidente do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea MT), Emanuelle de Almeida, lembrou que o órgão vem desde a década de 70 desempenhando a missão de fazer certificações, vistorias nas propriedades, cadastramento e educação sanitária junto aos produtores rurais. “Isso é resultado da confiança estabelecida entre o Instituto e os pecuaristas na ponta. O reconhecimento da região Noroeste como zona livre sem vacinação é fruto de um trabalho que começou em 2017, com o trabalho técnico do Indea em parceria com as demais entidades do agronegócio”, afirmou.
Para Antônio Carlos Carvalho de Sousa, presidente do Fundo Emergencial de Saúde Animal (Fesa), a certificação da OIE é gratificante. “Vamos certificar que o nosso trabalho está sendo bem feito, garantindo qualidade sanitária do rebanho e, com isso, a sanidade econômica do nosso estado e País”.
O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).
Para assistir o vídeo sobre a trajetória de Mato Grosso até se tornar um Estado livre de febre aftosa, clique aqui.
Saúde
Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo
Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.
O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.
Veja o vídeo:
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