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Vereador quer abertura de CPI para investigar construtoras que não terminaram obras públicas

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Da Redação

Durante a audiência pública que foi realizada na última terça-feira (05) que debateu as obras dos conjuntos habitacionais do  programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, o vereador de Várzea Grande, Caio Cordeiro (PRP) afirmou que irá solicitar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades nas obras do programa iniciadas em Várzea Grande.

Na ocasião, o vereador afirmou que gostaria de provocar a Casa de Leis porque vê o Legislativo e o Executivo, querendo levar os serviços essenciais para a comunidade, porém, afirmou que não vê o mesmo por parte dos representantes das empresas para prestar explicações, disse ainda que por conta disso é necessário abrir uma CPI contra tais empresas. Finalizou, dizendo que as empresas costumam não finalizar as obras e no final a situação acaba recaindo para o Poder Público e quem mais sofre é a população.

 “Quero provocar a Casa de Leis porque vejo que o Legislativo e Executivo querem levar os serviços essenciais para esta comunidade. Não estou vendo os representantes das empresas para prestar explicações, por isto devemos abrir uma CPI contra estas empresas. Elas não terminam estas obras e recai tudo para o Poder Público, quem acaba sofrendo é o povo de Várzea Grande”, disse. 

Ainda de acordo com Caio Cordeiro, as empresas recebem os recursos oriundos dos cofres públicos porém não terminam as obras, disse que as empresas fazem apenas o que lhe dá lucro e esquecem da população.

  “Precisam ser investigadas, recebem o recurso mas não terminam nada, fazem simplesmente o que lhe dão lucro e esquecem da população. Para Várzea Grande desenvolver precisamos da colaboração da iniciativa privada”, disse o vereador.

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Sargento Reginauro defende aprovação do Estatuto da Vítima

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O senador Sargento Reginauro (PSDB-CE) defendeu, em pronunciamento na quarta-feira (13), a aprovação do projeto de lei que institui o Estatuto da Vítima. O parlamentar afirmou que o PL 3.890/2020, pode ampliar a proteção e a assistência às pessoas atingidas pela violência e destacou a situação de vítimas do crime organizado no Ceará. A proposta foi aprovada em julho pela Comissão de Segurança Pública (CSP) e seguiu para o Plenário do Senado. 

Reginauro relatou casos de moradores que, segundo ele, são obrigados por facções criminosas a deixar suas residências e de comerciantes que fecham estabelecimentos por imposição desses grupos. De acordo com o senador, as vítimas enfrentam prejuízos materiais e emocionais sem receber assistência adequada do poder público.

— Nós temos pessoas sendo expulsas de suas casas e a Polícia Militar está sendo enviada meramente, em muitos casos, para escoltar caminhões de mudança de cidadãos de bem que estão sendo expulsos por facções. A vítima está sempre em desvantagem, porque ela, além de sofrer com a agressão, além de sofrer com a perda de um ente amado, além de sofrer com a perda do seu bem, sofrer com a perda do seu negócio, ainda se sente completamente desamparada — afirmou.

O parlamentar também citou casos de violência contra a mulher e defendeu maior efetividade das medidas de proteção. Para ele, vítimas que procuram as autoridades nem sempre recebem proteção em tempo hábil.

— O Ceará tem um dos maiores índices de feminicídio do Brasil e, infelizmente, a maioria das mulheres assassinadas já recorreu, já foi até à delegacia, mas não foram protegidas. As leis não chegam até elas, as medidas protetivas não chegam no tempo certo e elas acabam sendo, depois, assassinadas, mesmo relatando que estavam com a sua vida em risco. Esse Estatuto da Vítima chega em boa hora — declarou.



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