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Senadora Selma Arruda chama namorada de Lula de “cadeieira, barata e porcaria”

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Da Redação

A senadora por Mato Grosso, Selma Arruda (Podemos) chamou a atual namorada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “mulher cadeieira, barata e porcaria” em uma publicação em seu perfil do Twitter.

A senadora teria ficado indignada com a saída de Lula da carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba – PR. Selma é uma grande crítica ao petismo e também ao ex-presidente, e foi uma das mais beneficiadas com o bolsonarismo e o antipetismo no Mato Grosso, se sagrando a senadora mais votada nas eleições de 2018.

As ofensas da senadora não se limitaram apenas a namorada de Lula, que anunciou que irá se casar assim que possível com a socióloga Rosangela da Silva. O namoro começou enquanto Lula ainda estava preso em Curitiba.

No dia da sua saída da prisão, Lula afirmou em discurso que conseguiu a “proeza” de arrumar uma namorada enquanto estava preso, na publicação, Selma escreveu que isso não é nenhuma proeza, continuou dizendo que Rosangela é uma “Mulher cadeieira, barata e porcaria tem é muita.” Continuou afirmando que nenhum preso fica solteiro, lembrando que foi juíza criminal por 22 anos e que por este motivo sabe do que sta falando. Disse ainda, que com o dinheiro que supostamente Lula tem guardado, ela duvidaria se não existisse fila para namorar o ex-presidente.

 “Isso não é nenhuma proeza. Mulher cadeieira, barata e porcaria tem é muita. Nenhum preso fica solteiro. Fui juíza criminal por 22 anos e sei disso. E com a grana que vc tem guardada por aí, duvido se não tivesse fila pra te namorar, lindão!”, escreveu a senadora em seu Twitter.

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Sargento Reginauro defende aprovação do Estatuto da Vítima

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O senador Sargento Reginauro (PSDB-CE) defendeu, em pronunciamento na quarta-feira (13), a aprovação do projeto de lei que institui o Estatuto da Vítima. O parlamentar afirmou que o PL 3.890/2020, pode ampliar a proteção e a assistência às pessoas atingidas pela violência e destacou a situação de vítimas do crime organizado no Ceará. A proposta foi aprovada em julho pela Comissão de Segurança Pública (CSP) e seguiu para o Plenário do Senado. 

Reginauro relatou casos de moradores que, segundo ele, são obrigados por facções criminosas a deixar suas residências e de comerciantes que fecham estabelecimentos por imposição desses grupos. De acordo com o senador, as vítimas enfrentam prejuízos materiais e emocionais sem receber assistência adequada do poder público.

— Nós temos pessoas sendo expulsas de suas casas e a Polícia Militar está sendo enviada meramente, em muitos casos, para escoltar caminhões de mudança de cidadãos de bem que estão sendo expulsos por facções. A vítima está sempre em desvantagem, porque ela, além de sofrer com a agressão, além de sofrer com a perda de um ente amado, além de sofrer com a perda do seu bem, sofrer com a perda do seu negócio, ainda se sente completamente desamparada — afirmou.

O parlamentar também citou casos de violência contra a mulher e defendeu maior efetividade das medidas de proteção. Para ele, vítimas que procuram as autoridades nem sempre recebem proteção em tempo hábil.

— O Ceará tem um dos maiores índices de feminicídio do Brasil e, infelizmente, a maioria das mulheres assassinadas já recorreu, já foi até à delegacia, mas não foram protegidas. As leis não chegam até elas, as medidas protetivas não chegam no tempo certo e elas acabam sendo, depois, assassinadas, mesmo relatando que estavam com a sua vida em risco. Esse Estatuto da Vítima chega em boa hora — declarou.



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