CÂMARA FEDERAL

Rodrigo da Zaeli (PL/MT) coassina PEC para proteger o uso de papel-moeda e a privacidade dos brasileiros

Rodrigo da Zaeli reiterou que seguirá operando em defesa da liberdade, da privacidade e dos interesses do povo brasileiro. “Essa PEC é mais um passo para evitar que o cidadão comum seja penalizado e fiscalizado injustamente enquanto tenta sobreviver e prosperar no Brasil”, concluiu o deputado.

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Crédito: Assessoria Parlamentar

O deputado federal Rodrigo da Zaeli (PL/MT) é um dos coautores da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pelo deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP), que visa impedir a extinção do papel-moeda no Brasil e limitar o monitoramento generalizado de transações financeiras. A proposta, protocolada no dia 9 de janeiro de 2025, tem como objetivo preservar a privacidade dos cidadãos e reforçar medidas que possam restringir as liberdades individuais.

A PEC sugere alterações no artigo 164 da Constituição Federal para proibir o Banco Central de substituir o papel-moeda por moedas digitais, como o “Drex”, criado recentemente pelo Governo Federal. Segundo o texto, a substituição compulsória da moeda física por ativos digitais seria uma ameaça à liberdade de escolha dos cidadãos e abriria caminho para maior controle estatal sobre as finanças pessoais.

Além disso, o projeto propõe limitar o monitoramento de transações financeiras por parte do governo, especialmente os trabalhadores informais, profissionais liberais e pequenos empreendedores que, segundo os parlamentares, são os principais prejudicados por medidas de vigilância financeira indiscriminada. A PEC ressalva, no entanto, que o monitoramento específico para combate à lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo e cumprimento de ordens judiciais continuarão.

Rodrigo da Zaeli destacou a importância da iniciativa para o Brasil, reforçando seu compromisso com a defesa da liberdade e privacidade dos cidadãos. “Não podemos permitir que o governo utilize ferramentas de monitoramento financeiro para invadir a vida privada da população. Essa PEC é uma medida necessária para proteger os brasileiros e garantir que o papel-moeda continue sendo uma opção viável e acessível para todos”, afirmou o deputado.

O parlamentar também criticou o que classificou como “o avanço do controle estatal sobre as finanças pessoais”, argumentando que essas medidas afetaram principalmente as classes mais pobres, enquanto grandes organizações criminosas e casos de corrupção continuam sendo pouco impactados.

A proposta está em fase de assinaturas e assim que conquistar o número mínimo de apoio, poderá avançar na Câmara Federal. Caso aprovada, a emenda constitucional trará garantias contra a imposição de uma moeda exclusivamente digital e contra o monitoramento das transações financeiras.

Rodrigo da Zaeli reiterou que seguirá operando em defesa da liberdade, da privacidade e dos interesses do povo brasileiro. “Essa PEC é mais um passo para evitar que o cidadão comum seja penalizado e fiscalizado injustamente enquanto tenta sobreviver e prosperar no Brasil”, concluiu o deputado.

Assessoria Parlamentar

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TJMT mantém bloqueio de R$ 1,5 milhão em bens de prefeito e o afasta da gestão da Saúde

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Nilmar Nunes de Miranda segue no cargo, mas está impedido de atuar na gestão da Saúde de Peixoto de Azevedo; investigação apura supostas irregularidades em contrato emergencial
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve, por unanimidade, nesta quinta-feira (1º), o bloqueio de até R$ 1.553.123,94 em bens do prefeito de Peixoto de Azevedo, Nilmar Nunes de Miranda (União Brasil). A decisão também mantém o afastamento parcial do gestor das atividades relacionadas à administração da Saúde municipal.
A decisão foi tomada pela Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo, que negou recurso apresentado pela defesa e manteve as medidas determinadas em primeira instância.
O bloqueio corresponde ao valor apontado como possível prejuízo aos cofres públicos e tem caráter preventivo, com o objetivo de assegurar eventual ressarcimento caso as irregularidades investigadas sejam comprovadas ao final do processo.
Apesar da decisão, Nilmar Nunes permanece no cargo de prefeito. Ele, porém, não poderá participar da administração da Saúde municipal nem tomar decisões relacionadas ao contrato que é alvo da investigação.
Suspeitas no contrato
A investigação teve início a partir de ação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e apura supostas irregularidades na contratação emergencial de uma empresa responsável pela administração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas e do Pronto Atendimento de União do Norte.
Segundo o Ministério Público, a situação que motivou a contratação emergencial já seria de conhecimento da Prefeitura. A Promotoria sustenta ainda que o procedimento teria ocorrido sem planejamento adequado e contrariando parecer jurídico desfavorável à contratação.
Entre os pontos investigados estão supostos pagamentos acima dos valores previstos no contrato, reembolsos sem previsão contratual e despesas relacionadas a serviços realizados em outro município.
O TJMT também apontou elementos que, no entendimento dos desembargadores, justificam a manutenção das medidas cautelares. Entre eles estão a exoneração de uma testemunha que teria relatado problemas relacionados ao contrato e a posterior nomeação de uma pessoa ligada à fiscalização do acordo para comandar a Secretaria Municipal de Saúde.
Medidas são preventivas
Relator do processo, o desembargador Jones Gattass Dias ressaltou que o bloqueio de bens e o afastamento parcial possuem caráter preventivo e não representam condenação antecipada do prefeito. O mérito das acusações ainda deverá ser analisado no decorrer do processo.
A Prefeitura de Peixoto de Azevedo foi procurada pela reportagem, mas, segundo a publicação, não havia se manifestado até a última atualização da reportagem.

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