Barra do Garças

Réveillon público é cancelado e prefeito decreta obrigatoriedade de passaporte vacinal

Eventos particulares serão permitidos mediante apresentação do cartão de vacinação dos organizadores e frequentadores

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Política

Foto: Secom-BG

O prefeito Dr. Adilson Gonçalves, por meio de decreto municipal nº 4.759 de 16 de dezembro de 2021, optou por suspender a programação de eventos neste fim de ano, incluindo o réveillon que seria promovido pela Prefeitura de Barra do Garças. A determinação considerou o surgimento da variante Ômicrôn, com quatro casos em investigação no estado de Mato Grosso, e cerca de 24 capitais do país terem optado por não realizar eventos que provoquem aglomerações na virada de ano.

O novo decreto permite a realização de eventos particulares respeitando a capacidade máxima de 70% de ocupação do público e institui o chamado ‘passaporte vacinal’ para organizadores e frequentadores de eventos, bares e restaurantes, com venda de mesas e ingressos, durante o fim de ano.

Barra do Garças segue com os índices de casos de Covid-19 em queda e avança na vacinação contra o Novo Coronavírus, as novas medidas de segurança visam evitar o surgimento de novos casos e a transmissão de novas variantes entre a população barra-garcense.

A população deverá apresentar o cartão de vacina físico da Secretaria Municipal de Saúde ou a carteira de vacinação digital, que pode ser obtida através do aplicativo ConecteSUS, do Ministério da Saúde, juntamente com um documento oficial com foto, comprovando a aplicação da segunda dose, há pelo menos 14 dias de antecedência.

Fica mantida a obrigatoriedade do uso de máscara e demais medidas de biossegurança recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, como o uso de álcool em gel para sanitização das mãos e superfícies de uso comum.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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