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Prefeito Osmar Froner recebe deputada e articula recursos federais para Chapada

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O prefeito Osmar Froner recebeu a deputada federal Coronel Fernanda em uma agenda institucional realizada no gabinete municipal. A reunião contou ainda com a presença do secretário Gilberto Mello, correligionário da deputada. O encontro teve como objetivo fortalecer o diálogo entre o município e o Congresso Nacional, além de tratar de demandas prioritárias para o desenvolvimento da cidade.

Durante a reunião, foram discutidos projetos estratégicos e a possibilidade de destinação de recursos federais. Entre os temas abordados, destacou-se o apoio à cadeia produtiva da horticultura, por meio da substituição das estufas utilizadas na produção de hortaliças na Horta Comunitária Santa Edwirges.

O projeto prevê um investimento de R$ 558.353,50 para a implantação de 14 estufas agrícolas, beneficiando diretamente 14 famílias. A iniciativa encontra-se em fase de conclusão do projeto técnico, etapa necessária para a posterior abertura do processo de licitação.

O prefeito destacou a importância da parceria com a deputada para viabilizar investimentos que tragam melhorias concretas para a população. “A presença da deputada Coronel Fernanda reforça nosso compromisso de buscar apoio junto ao Governo Federal para avançarmos em obras e programas que impactem diretamente a qualidade de vida dos nossos cidadãos”, afirmou Osmar Froner.

A deputada, por sua vez, reafirmou seu compromisso com o município e colocou seu gabinete à disposição para colaborar com as pautas apresentadas.

A visita institucional representa mais um passo no fortalecimento das relações entre o Poder Executivo Municipal e a bancada federal, contribuindo para a construção de soluções conjuntas em benefício da comunidade.

O Atual



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Comissão aprova apoio à economia criativa em áreas atingidas por calamidade pública

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1937/24, que prevê a inclusão de diversos setores da economia criativa nos planos de reconstrução e recuperação de áreas atingidas por estado de calamidade pública. O objetivo da proposta, do deputado Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), é garantir auxílio financeiro e incentivo a profissionais e empreendimentos do setor em momentos de crise.

O texto aprovado define como economia criativa atividades ligadas a áreas como arquitetura, artes cênicas, audiovisual, design, moda, música, gastronomia e tecnologia da informação, entre outras.

Formas de apoio
De acordo com o projeto, os planos de recuperação deverão oferecer aos profissionais desses segmentos, sejam eles formalizados ou informais, as seguintes medidas:

  • aporte imediato de recurso financeiro por meio eletrônico;
  • auxílio emergencial mensal;
  • linhas de crédito com juros subsidiados;
  • editais, prêmios e chamadas públicas para projetos; e
  • compras públicas de bens e serviços do setor.

A relatora da proposta, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), destacou que a iniciativa se baseia no sucesso de leis anteriores de emergência cultural. “O projeto busca reproduzir a lógica da Lei Aldir Blanc 2 para situações locais de decretação de estado de calamidade, de modo a transferir recursos da União para os demais entes federativos, garantindo aplicação dos valores transferidos para o setor da economia criativa nessas situações”, explicou.

Mudanças no texto
A proposta foi aprovada com duas modificações sugeridas pela relatora para garantir a segurança jurídica e financeira da medida:

  • cadastro público: foi esclarecido que a exigência de municípios e estados criarem um cadastro de atividades afetadas é obrigatória apenas para o recebimento de recursos transferidos pela União, preservando a autonomia dos governos locais; e
  • linhas de crédito: a concessão de crédito com juros baixos deverá observar a análise de viabilidade financeira e as políticas internas dos bancos.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Roberto Seabra



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