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Oposição pede impeachment de Lula em manifestação na Câmara dos Deputados

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Na primeira sessão deliberativa da Câmara dos Deputados, realizada ontem, os parlamentares da oposição se mobilizaram em uma manifestação contundente contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com cartazes que estampavam a frase provocativa “Ou o Brasil para o Lula, ou Lula vai parar o Brasil”, os deputados expressaram sua insatisfação com a atual gestão e os desafios econômicos enfrentados pelo país. Entre os destaques da manifestação, o deputado Nelson Barbudo, do PL-MT, se destacou como uma das vozes mais críticas ao governo. Barbudo, que já assinou o requerimento da oposição pedindo o impeachment do presidente Lula, enfatizou a importância da mobilização. “Estamos aqui para mostrar que o povo brasileiro não aguenta mais a má gestão. É hora de dar um basta a essa situação que só traz prejuízos ao nosso país”, afirmou o deputado.

Os dados econômicos recentes corroboram as preocupações levantadas pelos opositores. As estatais brasileiras registraram prejuízos imensos, chegando a quase 7 bilhões de reais. Além disso, o rombo fiscal projetado para 2024 é alarmante e pode ultrapassar os R$ 28 bilhões. O povo brasileiro tem sentido no bolso a inflação, que aumenta o preço dos alimentos, causando ainda mais revolta na população. Esses números têm gerado um clima de incerteza e descontentamento, que clama por uma solução urgente.

A manifestação dos deputados da oposição não apenas sinaliza um descontentamento com a administração atual, mas também reflete um momento crítico na política brasileira, onde a pressão por mudanças e a busca por responsabilidade fiscal se tornam cada vez mais urgentes. A expectativa é que essa mobilização continue a ganhar força nas próximas semanas, à medida que os parlamentares buscam alternativas para enfrentar os desafios impostos pela atual gestão.



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Faltou à eleição? Saiba como justificar e evitar multas

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No Brasil, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os cidadãos maiores de 18 anos. É o que determina a Constituição Federal, e quem não cumprir está sujeito a sanções. 

Já os analfabetos, pessoas com mais de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos podem decidir se vão ou não votar.  Com o voto facultativo, não há nenhuma sanção prevista para quem deixa de fazê-lo.  

A Constituição também prevê situações em que o alistamento eleitoral é proibido. É o caso dos estrangeiros e dos conscritos — jovens convocados para o serviço militar — durante o período do serviço militar obrigatório. 

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Não votei. O que fazer? 

Para os maiores de 18 anos que não compareceram às urnas, a primeira coisa a fazer é justificar a ausência à Justiça Eleitoral. 

Segundo a resolução 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral, o eleitor deve apresentar uma justificativa para cada turno em que deixar de votar. No dia da eleição, isso pode ser feito por meio do aplicativo e-Título ou em postos específicos da Justiça Eleitoral instalados exclusivamente com essa finalidade, das 8h às 17h, no horário de Brasília. 

Quem não conseguir justificar a ausência no dia da votação poderá fazê-lo posteriormente. Em relação ao primeiro turno, o prazo é até 3 de dezembro de 2026; para o segundo turno, é até 8 de janeiro de 2027. Nesse caso, a justificativa poderá ser apresentada:  

  • pelo aplicativo e-Título 
  • pelo serviço disponível nos sites do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais 
  • por meio de um pedido entregue pessoalmente ou enviado pelos Correios ao cartório eleitoral de origem. 

Punições 

A ausência sem justificativa gera débito com a Justiça Eleitoral. Para as eleições de 2026, cada ausência injustificada gera multa de até R$ 3,51. A multa pode ser paga pelo Autoatendimento Eleitoral, pelo e-Título ou no cartório eleitoral. 

Enquanto a pendência não for quitada, entre outros impedimentos, o eleitor não poderá: 

  • obter passaporte ou carteira de identidade; 
  • inscrever-se em concurso público ou tomar posse em cargos ou funções; 
  • renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; 
  • praticar qualquer ato para o qual se exija quitação com o serviço militar ou com o imposto de renda. 

A inscrição eleitoral pode ser cancelada quando o eleitor deixa de votar em três eleições seguidas, não apresenta justificativa e não paga as multas. Nessa contagem, cada turno é considerado uma eleição independente. Entretanto, há exceções:  

  • quem tem direito ao voto facultativo 
  • pessoas cuja deficiência torne o exercício do voto impossível ou excessivamente difícil 
  • pessoas com os direitos políticos suspensos. 

Quem tiver o título cancelado poderá regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral, seguindo as exigências previstas. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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