ENTREVISTA NACIONAL

“NUNCA SEREMOS PAÍS DE 1° MUNDO SE TIVERMOS GESTÕES PÚBLICAS DE 5ª CATEGORIA”, AFIRMA GOVERNADOR

Mauro Mendes defendeu mais eficiência na gestão pública em todas as esferas

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Política

Foto: Assessoria

Durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, o governador Mauro Mendes afirmou que o Brasil nunca alcançará o status de país de 1º mundo se continuar a ter gestões públicas “de 5ª categoria” 

A entrevista dada ao programa Canal Livre foi exibida na noite de domingo (22.09), via BandNews TV, TV Bandeirantes e no Youtube da emissora. 

Para o governador, a ineficiência administrativa é um dos principais entraves para o desenvolvimento do país. Mauro citou a baixa qualidade da gestão pública brasileira, apontando a ineficiência e a burocracia nos serviços como um dos fatores de atraso.

“Nós nunca seremos um país de primeiro mundo, se nós tivermos uma gestão pública de quinta ou oitava categoria. Somos um país aonde a gestão pública é muito ineficiente. Por isso que nós temos que pagar tanto imposto, porque arrecada muito e gasta mal, e toda vez que precisa pagar a conta, avança no bolso do cidadão”, disse ele.

Mauro Mendes citou que Mato Grosso tem mudado essa lógica e focado na eficiência, com investimentos robustos e aplicando corretamente os recursos públicos em ações que beneficiam o cidadão.

“Com uma estruturação rigorosa das contas públicas, conseguimos construir um sistema mais eficiente e transparente. Isso nos permite investir 20% da nossa receita em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura das nossas estradas, entre outros setores que impulsionam o nosso estado. Só como exemplo, nós saímos do 22º lugar no IDEB [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] e avançamos para o 8º lugar”, exemplificou.

Ainda na entrevista, o governador falou sobre outros assuntos, como ferrovia, segurança pública, meio ambiente e as ações para combater os incêndios florestais.

Confira a entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=bDFbNgsIP00&t=3356s

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Lei facilita parcerias entre governo e organizações civis em calamidades

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Regras mais flexíveis nas parcerias entre a administração pública e as organizações da sociedade civil (OSCs) em caso de calamidade já estão valendo. É o que determina uma lei sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16).

A aplicação de medidas excepcionais para enfrentar os impactos de calamidade pública dependerá do reconhecimento da situação pelo poder público, em âmbito federal ou estadual.

De acordo com a Lei 15.391, de 2026a administração pública poderá:

  • firmar parcerias emergenciais,
  • alterar planos de trabalho,
  • prorrogar, suspender ou encerrar as parcerias preexistentes,
  • adotar procedimento simplificado de prestação de contas.

Para as parcerias emergenciais, poderá ser dispensado o chamamento público — mecanismo utilizado para selecionar interessados em firmar parcerias com o governo — quando houver comprovação da necessidade de atendimento imediato e de risco iminente de prejuízo à população.

Mas a administração pública também poderá publicar edital de chamamento público de fluxo contínuo — procedimento em que o poder público mantém aberto, por prazo indeterminado ou prolongado, um edital para receber propostas ou habilitar interessados de forma permanente — para a celebração de parcerias emergenciais destinadas ao enfrentamento de impactos decorrentes de estado de calamidade pública.

A lei prevê ainda regras para o plano de trabalho e o remanejamento de recursos. Trata ainda da alteração de parcerias preexistentes e prestação de contas.

A lei é oriunda do PL 1.707/2025, de autoria do Poder Executivo. No Senado, a matéria foi aprovada em Plenário em março, com relatoria de Eliziane Gama (PSD-MA). Para a senadora, o projeto estimula a continuidade das ações sociais e reconhece a importância das OSCs.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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