VIAGEM DO GOVERNADOR

Na mesma linha dinâmica de Mauro Mendes, Otaviano Pivetta novamente comanda MT

Vice-governador estará à frente do Palácio Paiaguás durante a licença de Mauro Mendes.

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Política

SECOM/MT

Desde o último dia 23,  o vice-governador de MT, Otaviano Pivetta vem substituindo o governador Mauro Mendes, que oficializou licença para se ausentar do país. Pivetta já desencadeou uma série de medidas políticas e administrativas que trazem idêntico respaldo dinâmico à linha governamental administrativa imposta pelo titular do cargo. 

Segundo informações da SECOM/MT, Mauro Mendes deverá ficar fora do Brasil até o próximo domingo, 26. Anteriormente, Mendes se ausentou por 10 dias, quando esteve nos Emirados Árabes e Inglaterra.

Com essa substituição, Pivetta contabiliza a 13° vez que assume a principal cadeira do governo estadual, desde 2019. O vice-governador, ora governador interino, destaca que é uma responsabilidade claramente prazerosa.

Antes de viajar, Mauro Mendes sublinhou que seu vice é um executivo público dotado de excelentes qualidades, além de ser portador de visão privilegiada.

“Sinto-me confiante e honrado em saber que tenho alguém desse porte tão altruísta”, elogiou.

Para Otaviano Pivetta, o estilo Mauro Mendes é de trabalho determinado com resultados pontuais. Governar o Estado não se trata de nenhuma dificuldade, explica, uma vez que é exatamente isso que ele faz todos os dias, na condição de vice.

“Mesmo porque já conheço e acompanho todas as ações em curso no Estado, instituídas pelo governo. Sinto-me plenamente à vontade nesse cargo, entendendo ser preciso darmos sempre o melhor de si, para o alcance de bons resultados”.

 

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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