DISPUTA EM VG

KALIL: Bolsonaro não conhece os problemas de VG e ameniza apoio do ex-presidente à adversária

Kalil diz que a disputa eleitoral em VG é baseada no contato direto com os eleitores,

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O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), que busca sua reeleição, minimizou os possíveis impactos que o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à sua adversária, Flávia Moretti (PL), pode ter na campanha eleitoral municipal. Em recente entrevista, Kalil destacou que, embora tenha apoiado Bolsonaro em eleições passadas, ele acredita que o apoio do ex-presidente não influenciará significativamente a eleição local.

O gestor afirmou que a política municipal de Várzea Grande é baseada em contato direto com os eleitores, o que, segundo ele, diferencia a dinâmica eleitoral da cidade. “A eleição municipal é muito pessoal. Você tem um contato com o eleitor, você está próximo dele”, disse. O prefeito também ressaltou seu envolvimento contínuo com a população, afirmando que conhece os desafios e dificuldades da cidade por estar frequentemente presente nas ruas, em diálogo direto com os moradores.

Embora reconheça a contribuição de Bolsonaro para Várzea Grande, especialmente durante a pandemia, Kalil argumentou que o ex-presidente não tem um conhecimento profundo dos problemas locais. “Quem conhece os problemas da Várzea Grande é o Kalil Baracat, que está à frente, que sabe os desafios e que está buscando resolver”, afirmou. Ele ainda reconheceu os esforços de Bolsonaro em liberar recursos para o município, mas destacou que, como gestor, sua principal preocupação é com as necessidades locais, independentemente de quem ocupa a presidência.

O prefeito também mencionou que seu arco de alianças inclui partidos alinhados tanto com o governo federal quanto com o ex-presidente Bolsonaro, o que, em sua visão, reforça a diversidade de apoios que sua gestão recebe. Ele enfatizou que, se necessário, buscará recursos junto ao governo federal, como fez no passado com Bolsonaro, e está disposto a fazer o mesmo com o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso a situação exija.

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Comissão aprova projeto que classifica PCC e CV como grupos terroristas junto a 11 cartéis latinos

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou proposta que classifica como organizações terroristas o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de 11 grupos criminosos de países da América Latina. O texto aprovado altera as leis de Terrorismo e de Organizações Criminosas.

A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que ampliou a lista original de organizações do Projeto de Lei 4260/25, do deputado Rodrigo Valadares (PL-SE).

O projeto classificava como terroristas especificamente os grupos Cartel de los Soles e Tren de Aragua, ambos da Venezuela.

Além dos dois grupos venezuelanos, o novo texto incluiu diversas outras organizações transnacionais e brasileiras na lista de terroristas:

  • Mara Salvatrucha (MS-13): EUA e El Salvador;
  • Cartel de Sinaloa, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel del Noreste, La Nueva Familia Michoacana, Cartel del Golfo e Carteles Unidos: México;
  • Clan del Golfo: Colômbia;
  • Los Choneros: Equador;
  • Barrio 18: El Salvador; e
  • PCC e CV: Brasil.

Luiz Philippe de Orleans e Bragança argumenta que essas organizações deixaram de ser apenas grupos criminosos comuns para se tornarem ameaças à soberania.

“Merece atenção a possibilidade de conexões operacionais entre organizações estrangeiras e facções criminosas brasileiras, cujas atividades ilícitas – tráfico de drogas e de armas, mercados ilegais e violência – apresentam padrões semelhantes e complementares”, disse o relator.

A proposta também prevê o bloqueio imediato de bens e ativos financeiros ligados a essas organizações.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli



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