DEFENSORIA NA CÂMARA

Juca do Guaraná destaca importância de Defensoria Pública no Legislativo

O objetivo é criar um novo núcleo para atender no Legislativo cuiabano para atender as demandas da população

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Política

Secom - Câmara de Cuiabá
A instalação de postos de atendimento da Defensoria Pública na Câmara Municipal de Cuiabá foi discutida durante uma reunião realizada no Legislativo da capital. O defensor Público-Geral, Clodoaldo Queiroz, e a secretária Executiva, Maria Luziane Ribeiro de Castro, estiveram no gabinete da presidência do Legislativo municipal conversando sobre o tema com os vereadores Juca do Guaraná Filho (MDB), presidente da Casa, Chico 2000 (PL) e Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania).
O defensor público-geral disse que a Defensoria tem grande procura por atendimento e, por isso, estuda criação de novos núcleos para atender as demandas da população. “Inicialmente, viemos viabilizar um espaço na Câmara para que possamos fazer nossos atendimentos aqui também. Pretendemos iniciar um termo de parceria para que possamos atender mais pessoas ao mesmo tempo”, comentou.

Juca do Guaraná Filho: “Defensoria e Câmara são parceiros por Cuiabá”
Foto: Secom Câmara

O presidente do Legislativo, Juca do Guaraná, ressaltou a importância da parceria e comentou que a extensão dos trabalhos da Defensoria no Legislativo vai aproximar ainda mais a Casa da população cuiabana.  “A Defensoria vai fazer o que já vem sendo feito pela Câmara, atender a população cuiabana”, destacou.
“É extremamente importante essa casa ter esse serviço, Aqui é onde as pessoas devem vir atrás de socorro, atrás dos seus anseios, e ter a Defensoria aqui será mais um serviço que esta Casa poderá fornecer entre tantos que já oferece”, disse Chico 2000.
“A defensoria pública é o remédio para quem quer socorro, então nada mais justo a gente abrir a porta da nossa casa acolhendo essas pessoas que precisam da nossa ajuda”, destacou o vereador Rodrigo Arruda e Sá.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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