DEFENSORIA NA CÂMARA

Juca do Guaraná destaca importância de Defensoria Pública no Legislativo

O objetivo é criar um novo núcleo para atender no Legislativo cuiabano para atender as demandas da população

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Política

Secom - Câmara de Cuiabá
A instalação de postos de atendimento da Defensoria Pública na Câmara Municipal de Cuiabá foi discutida durante uma reunião realizada no Legislativo da capital. O defensor Público-Geral, Clodoaldo Queiroz, e a secretária Executiva, Maria Luziane Ribeiro de Castro, estiveram no gabinete da presidência do Legislativo municipal conversando sobre o tema com os vereadores Juca do Guaraná Filho (MDB), presidente da Casa, Chico 2000 (PL) e Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania).
O defensor público-geral disse que a Defensoria tem grande procura por atendimento e, por isso, estuda criação de novos núcleos para atender as demandas da população. “Inicialmente, viemos viabilizar um espaço na Câmara para que possamos fazer nossos atendimentos aqui também. Pretendemos iniciar um termo de parceria para que possamos atender mais pessoas ao mesmo tempo”, comentou.

Juca do Guaraná Filho: “Defensoria e Câmara são parceiros por Cuiabá”
Foto: Secom Câmara

O presidente do Legislativo, Juca do Guaraná, ressaltou a importância da parceria e comentou que a extensão dos trabalhos da Defensoria no Legislativo vai aproximar ainda mais a Casa da população cuiabana.  “A Defensoria vai fazer o que já vem sendo feito pela Câmara, atender a população cuiabana”, destacou.
“É extremamente importante essa casa ter esse serviço, Aqui é onde as pessoas devem vir atrás de socorro, atrás dos seus anseios, e ter a Defensoria aqui será mais um serviço que esta Casa poderá fornecer entre tantos que já oferece”, disse Chico 2000.
“A defensoria pública é o remédio para quem quer socorro, então nada mais justo a gente abrir a porta da nossa casa acolhendo essas pessoas que precisam da nossa ajuda”, destacou o vereador Rodrigo Arruda e Sá.

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Projeto inclui princípio da insignificância no Código Penal

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O Projeto de Lei 205/26 inclui o princípio da insignificância no Código Penal e proíbe sua aplicação em crimes contra a administração pública. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

Autora da proposta, a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) afirma que esse princípio, embora seja consolidado na prática dos tribunais, não possui hoje previsão expressa na legislação brasileira.

“O projeto busca conferir maior estabilidade e coerência ao sistema jurídico-penal”, diz a parlamentar.

Quando será aplicado
Pelo texto, o princípio da insignificância poderá ser aplicado para concluir pela inexistência de crime quando estiverem presentes, ao mesmo tempo:

  • a mínima ofensividade da conduta;
  • o reduzidíssimo grau de reprovabilidade;
  • a ausência de periculosidade social; e
  • a inexpressividade da lesão causada.

Segundo Laura Carneiro, a exceção prevista na proposta segue entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Súmula 599 da Corte define que “o princípio da insignificância é inaplicável aos crimes contra a administração pública”.

Próximos passos
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcelo Oliveira



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