DEFENSORIA NA CÂMARA

Juca do Guaraná destaca importância de Defensoria Pública no Legislativo

O objetivo é criar um novo núcleo para atender no Legislativo cuiabano para atender as demandas da população

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Política

Secom - Câmara de Cuiabá
A instalação de postos de atendimento da Defensoria Pública na Câmara Municipal de Cuiabá foi discutida durante uma reunião realizada no Legislativo da capital. O defensor Público-Geral, Clodoaldo Queiroz, e a secretária Executiva, Maria Luziane Ribeiro de Castro, estiveram no gabinete da presidência do Legislativo municipal conversando sobre o tema com os vereadores Juca do Guaraná Filho (MDB), presidente da Casa, Chico 2000 (PL) e Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania).
O defensor público-geral disse que a Defensoria tem grande procura por atendimento e, por isso, estuda criação de novos núcleos para atender as demandas da população. “Inicialmente, viemos viabilizar um espaço na Câmara para que possamos fazer nossos atendimentos aqui também. Pretendemos iniciar um termo de parceria para que possamos atender mais pessoas ao mesmo tempo”, comentou.

Juca do Guaraná Filho: “Defensoria e Câmara são parceiros por Cuiabá”
Foto: Secom Câmara

O presidente do Legislativo, Juca do Guaraná, ressaltou a importância da parceria e comentou que a extensão dos trabalhos da Defensoria no Legislativo vai aproximar ainda mais a Casa da população cuiabana.  “A Defensoria vai fazer o que já vem sendo feito pela Câmara, atender a população cuiabana”, destacou.
“É extremamente importante essa casa ter esse serviço, Aqui é onde as pessoas devem vir atrás de socorro, atrás dos seus anseios, e ter a Defensoria aqui será mais um serviço que esta Casa poderá fornecer entre tantos que já oferece”, disse Chico 2000.
“A defensoria pública é o remédio para quem quer socorro, então nada mais justo a gente abrir a porta da nossa casa acolhendo essas pessoas que precisam da nossa ajuda”, destacou o vereador Rodrigo Arruda e Sá.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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