Política
Juca do Guaraná avalia implantação de projeto de aquaponia em Várzea Grande
Política
O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) esteve em Várzea Grande na manhã de sexta-feira (30) para uma visita técnica com o objetivo de verificar a viabilidade da implantação de tanques de aquaponia no Centro de Promoções Humanas Bom Pastor, localizado no Capão do Pequi. A iniciativa integra o projeto Piscicultura no Campo, realizado pelo deputado em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).
A visita ocorreu a convite do coordenador de Incentivo às Atividades Produtivas Sustentáveis da Seaf, Brasílio Soares, e contou com a participação de servidores da Seaf, entre eles Luciano Gomes, Elizaldo Barbosa e Selma Borges.
Durante o encontro, foram discutidos os aspectos técnicos do projeto de aquaponia, bem como o potencial de aplicação da iniciativa no local.
Para Juca do Guaraná, a proposta representa uma alternativa sustentável e inovadora para fortalecer a agricultura familiar e ampliar oportunidades no campo.
“A aquaponia é um modelo moderno, que alia produção de peixe e hortaliças de forma integrada, sustentável e com baixo impacto ambiental. É um projeto que gera renda, segurança alimentar e desenvolvimento para quem vive da produção rural”, destacou o parlamentar.
O deputado também ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à diversificação da produção e ao fortalecimento do pequeno produtor.
“Investir em projetos como esse é olhar para o futuro da agricultura familiar. Nosso papel é apoiar iniciativas que tragam tecnologia, capacitação e condições reais para que o produtor possa crescer com dignidade”, afirmou.
A visita técnica faz parte de uma agenda de acompanhamento e incentivo a projetos estruturantes no estado, com foco na inovação, sustentabilidade e fortalecimento da economia local.
Fonte: ALMT – MT
Política
Tangará da Serra e Rio Branco participam de ações de conscientização na Semana da Entrega Voluntária
A Semana Estadual de Conscientização sobre a Entrega Voluntária segue mobilizando magistrados e servidores em diversas Comarcas de Mato Grosso. Em Tangará da Serra e Rio Branco, as ações incluíram capacitações de profissionais da rede de proteção à infância e juventude, entrevistas em veículos de comunicação e distribuição de materiais informativos para ampliar o conhecimento da população e dos profissionais sobre o direito da mulher de entregar voluntariamente o filho para adoção, antes ou após o nascimento, de forma sigilosa, segura e acompanhada pela Justiça da Infância e Juventude.
Na Comarca de Tangará da Serra, a 2ª Vara Cível promoveu uma programação voltada à capacitação da rede de proteção à infância e juventude. As atividades tiveram início na segunda-feira (25), com palestras no plenário do Fórum da comarca, reunindo servidores da assistência social e integrantes do Conselho Tutelar, profissionais dos CRAS.
Ao longo da semana a capacitação sobre entrega voluntária foi realizada com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e recepcionistas das unidades de saúde. Até quinta-feira (28), 189 profissionais haviam participado dos encontros. Nesta sexta-feira (29), ocorre o encerramento da programação com a palestra voltada aos recepcionistas das unidades de saúde do município. A expectativa é que mais de 200 profissionais tenham sido capacitados durante a semana sobre o direito à entrega voluntária e os procedimentos de acolhimento e encaminhamento à Vara da Infância e Juventude.
Segundo a juíza da 2ª Vara Cível de Tangará da Serra, Raiza Vitória de Castro Rego Bastos Gonzaga, os encontros revelaram a falta de conhecimento dos profissionais sobre a existência da entrega voluntária.
“A ausência dessa informação também impacta no encaminhamento de gestantes e mulheres que desejam realizar a entrega voluntária, mas não sabem como proceder. Por isso, a capacitação foi tão importante, porque além de apresentar esse direito, também orientamos sobre o fluxo correto de encaminhamento à Vara da Infância e Juventude”, pontuou.
A magistrada complementou que a atuação desses profissionais, que muitas vezes fazem o primeiro contato com as mulheres, é decisiva para o acolhimento humanizado. “Agora eles estão capacitados não apenas para informar sobre a entrega voluntária, mas também para acolher e encaminhar corretamente essas mulheres, fortalecendo a rede de proteção à infância”, ressaltou Raiza Vitória.
Já na Comarca de Rio Branco, a juíza da Vara Única, Luciana Sittinieri Leon participou de entrevista na Rádio Livre FM 104,9 para orientar a população sobre a entrega voluntária e esclarecer dúvidas sobre o procedimento. Durante a conversa, a magistrada destacou que a campanha Entrega Legal busca divulgar um direito assegurado por lei e proteger tanto a criança quanto a mulher.
“Nós temos que conscientizar as pessoas sobre um direito que elas possuem. A gestação nem sempre vai gerar uma mãe. E uma mãe nem sempre vai ser gerada após uma gestação. Maternidade envolve não somente fatores biológicos, mas fatores emotivos, sociais, afetivos e psicológicos”, afirmou.
A juíza explicou que a entrega voluntária não se confunde com abandono. O procedimento permite que a mulher seja acompanhada pela rede de proteção e pela equipe técnica, com respeito à sua decisão e à sua história. “Nós falamos que é um ato de amor. As pessoas não podem confundir a entrega legal com o abandono. O abandono é você simplesmente ter um filho e não cuidar, não prover. Você entregar o seu filho à adoção é um ato de proteção”, pontuou Luciana Sittinieri.
Além da entrevista, a equipe multidisciplinar do Fórum de Rio Branco realizou ações junto aos órgãos da rede de proteção dos municípios de Rio Branco, Salto do Céu e Lambari D’Oeste, reforçando informações sobre a campanha e distribuindo materiais informativos.
Luciana ressaltou ainda que a capacitação contínua da rede é essencial para que o atendimento seja realizado sem preconceito, pressão ou julgamento. “A lei diz que você tem que agir de forma humanizada, sem preconceitos, sem constrangimentos. Inclusive, é sigiloso. Toda a rede deve respeitar esse sigilo”, explicou a magistrada.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
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