Política
Jayme Campos tenta fortalecer candidatura própria do União Brasil ao Governo de MT: “não precisa de candidato emprestado”
Política
Em meio às articulações internas do União Brasil para as eleições de 2026, o senador Jayme Campos divulgou uma carta aberta nesta segunda-feira (13) defendendo que o partido tenha candidatura própria ao Governo de Mato Grosso.
O movimento ocorre em um cenário de divergência dentro da sigla, já que o presidente estadual do União Brasil, o ex-governador Mauro Mendes, mantém o compromisso de apoiar a candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Mauro deixou o comando do Estado para disputar uma vaga no Senado, enquanto Pivetta assumiu o governo e passou a ser apontado como o nome apoiado pela direção partidária para a continuidade do projeto político.
Na manifestação divulgada aos filiados e lideranças, Jayme Campos convocou a militância para a convenção estadual do União Brasil, marcada para o dia 30 de julho, e defendeu que a legenda apresente um nome próprio na disputa pelo Palácio Paiaguás.
“O União Brasil não precisa de candidato emprestado. O União Brasil terá candidato a governador, com a sua força e a sua participação”, afirmou o senador.
A carta representa mais um movimento de Jayme dentro da disputa interna do partido, em que o senador busca ampliar apoio entre integrantes da legenda e fortalecer sua proposta de candidatura ao Governo de Mato Grosso em 2026.
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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT
A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.
A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.
De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.
Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.
A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.
Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.
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